Blog internacional dedicado à produção cultural, moda, música, arte, mediação cultural e jurídica, além da valorização das identidades afro-brasileiras, promovendo conexões culturais entre Brasil e França
29 janeiro 2013
28 janeiro 2013
Considerações filosóficas e literárias sobre a morte
A morte
Algo em que todas as pessoas crêem, sem exceção, é a
morte! Cada uma está convicta de sua chegada. Esse é um dos poucos fatos
sobre o qual não reina qualquer controvérsia e qualquer ignorância.
Muito embora todos os seres humanos contem, desde a infância, com o fato
de ter de morrer um dia, a maioria, no entanto, sempre procura afastar
tal pensamento. Muitos até se enfurecem, quando alguma vez se fala disso
em sua presença. Outros, por sua vez, evitam cuidadosamente visitar
cemitérios, desviam-se de enterros e procuram o mais depressa possível
desfazer novamente qualquer impressão, se porventura uma vez encontram
um féretro na rua. Nessa oportunidade, oprime-os sempre um medo secreto
de que um dia poderiam ser repentinamente surpreendidos pela morte. Medo
indefinido impede-os de se aproximarem com pensamentos sérios desse
fato inamovível.
Certamente não existe nenhum outro acontecimento que, apesar de sua inevitabilidade, seja sempre de novo posto tão de lado, em pensamento, como a morte. Mas também certamente nenhum acontecimento tão importante existe na vida terrena, a não ser o nascimento. É, contudo, notório que o ser humano queira ocupar-se tão pouco exatamente com o começo e o fim de sua existência terrena, ao passo que a todos os outros acontecimentos, mesmo às coisas de importância totalmente secundária, procure emprestar significação profunda. Investiga e perscruta todos os episódios intermediários com mais afinco do que aquilo que lhe daria esclarecimento de tudo: o começo e o fim de sua peregrinação terrena. Morte e nascimento são tão estreitamente ligados, porque um é conseqüência do outro.
Fonte: Na Luz da Verdade Mensagem do Graal de Abdrushin
http://www.br.abdrushin.name
Há quem torça o nariz para a morte e
para tudo o que a lembre: funeral, cemitério, velório, caixão, etc. Pra
mim isso só tem um nome: frescura! Existe burrice maior do que viver
como se nunca fosse morrer? A respeito desse tipo humano que prefere
ignorar seu destino, Machado de Assis ironiza: 'O homem tem uma grande
vantagem sobre o resto do universo: sabe que morre, ao passo que o
universo ignora-o absolutamente” (Memórias Póstumas de Brás Cubas).
Hoje é o dia consagrado àqueles que passaram desta pra... Melhor?
Como sabemos que é melhor? Não sabemos. Supomos. Esta suposição
baseia-se num tema bastante recorrente na literatura: a fuga ou negação
da realidade. Quando nego minha realidade, eu me refugio nalgum ponto
imaginário ou da memória. Este ponto se supõe sempre melhor que a
realidade. Vem daí a concepção de que uma suposta realidade posterior à
morte seja melhor que a realidade vivida aqui, e há quem leve esta
lógica ao pé da letra. Mas, surpreendidos pela morte de alguém que
amamos, podemos empreender um movimento em direção à memória que não é
necessariamente uma fuga, mas traz consolo e conforto para a alma dos
que ainda ficam aqui, vislumbrando este horizonte de vaidades e ilusões.
É aí que entra a importância deste dia.
O dia de finados é a celebração da memória daqueles que um dia
estiveram, física e de diversos outros modos, em nossas histórias de
vida; pessoas que conviveram conosco, que partilharam de nosso lugar no
tempo e no espaço e de quem herdamos um pouco do que somos. Lembrar-se
deles é recordar o passado e imprimir, já no presente, um futuro movido
por estes laços de afeto.
Mas antes de falarmos da morte na literatura, convém ressaltar, a
título de curiosidade, que esta é uma data do calendário cristão, embora
a tradição de recordar os mortos seja bastante anterior à cultura
judaico-cristã. Na Bíblia temos registros da visitação aos mortos entre
os judeus. Foi visitando o santo sepulcro que descobriram Jesus
ressuscitado. Olha aí a visitação às necrópoles como signo da
ressurreição. Quem evita ir a cemitérios, evita uma consciência
essencial para a vida em plenitude: a consciência da finitude de nosso
corpo, de nosso tempo neste espaço e da urgência em “amar as pessoas,
como se não houvesse amanhã, porque, se você parar pra pensar, na
verdade não há”. Afinal, o que é o amanhã diante da certeza de que
podemos ser surpreendidos pela morte a qualquer momento?
Os primeiros cristãos visitavam os túmulos dos mártires, para rezar
pelos que tinham morrido sem martírio. No século IV, a Igreja já
celebrava missa pelos mortos e, desde o século XIII, passou a dedicar um
dia do calendário litúrgico, para rezar por todos os mortos. O dia 2 de
novembro foi a data escolhida, porque no 1º dia deste mês celebram-se
todos os santos na Igreja Católica. Afinal, santo não é somente o
canonizado pelo papa, mas sim todos os que morrem em estado de graça ou,
como dizem nossos irmãos protestantes, morrem no Senhor. O dia 2 de
novembro é dedicado, portanto, a todos os mortos que não são lembrados
na oração, santos ou não.
As crendices populares também “canonizam” santos, espíritos a quem
se atribuem milagres, como é o caso de Severa Romana e Doutor Camilo
Salgado, além de Josephina Conte, a lendária moça do táxi,
conhecidíssima aqui em Belém, graças à literatura oral.
Independentemente da fé ou da incredulidade humana, o fato é que a
morte como mistério suprarracional, como fim ou como estágio transitório
entre mundos, é um tema fascinante e matéria-prima não apenas de
especulações filosóficas ou de estudos científicos, mas também da
literatura. É, portanto, um tema que ultrapassa os campos da religião.
Na Ilíada, de Homero, a morte é o recurso para a imortalidade, no
sentido de que o herói literário era aquele que arriscava sua vida em
combate. Se viesse a morrer, ficaria imortalizado na memória das
gerações posteriores. A morte como consequência ou símbolo da coragem
manteve-se como motivação temática até hoje, desde os poetas elegíacos.
Na Odisseia, Aquiles lamenta a brevidade da vida. Na literatura grega,
parece prevalecer a adversidade entre a vida, que é boa, e o fato de
deixarmos de existir pela morte. (Eurípides, Alceste, 692-693 – Feres:
“Na verdade, considero longo o tempo que se está debaixo da terra; a
vida é curta, mas, no entanto, doce.”).
Esta concepção que os gregos tinham da morte, em especial os do
período helenístico, tem muito a ver com o que nós hoje pensamos a
respeito. Foi nas Aulas de Literatura (assim mesmo, com iniciais
maiúsculas) de minhas queridíssimas Juruema Bastos e Socorro Simões, no
Curso de Letras da UFPA, que eu aprendi a reverenciar a morte como um
fato inevitável, como certeza absoluta, como mistério e como uma
motivação para valorizar a vida, através do que seria sua mais excelente
antítese paradoxal (Eurípides, Suplicantes, 775-777 – Adrasto: “Este
bem é o único, para os mortais, que, uma vez perdido, não é possível
retomar – a vida humana. Existem meios para alcançar as riquezas”).
As concepções da finitude da vida na matéria orgânica, que no século
XVIII tanto influenciaram os poetas árcades a pregarem em suas poesias o
princípio hedonista do Carpe Diem, estão presentes em Epicuro, Carta a
Meneceu (D.L. X. 124): “Todo o bem e todo o mal residem na sensação; ora
a morte é a privação da sensação”. Também na Carta a Heródoto (D.L. X.
125): “A morte nada é para nós, pois quando nós existimos, ela não está
presente; quando ela está presente, então já não existimos”.
De acordo com esta concepção, a vida acaba com a morte ou, com o
perdão do trocadilho, a morte acaba com a vida. Deixamos de existir com o
fim da vida orgânica de nosso corpo. Por isso devemos valorizar nosso
lugar no tempo e no espaço, pois um dia deixaremos de existir, ao menos
fisicamente.
Mas voltando a falar da reverência aos mortos, eu acredito que o
pensamento, na ausência da possibilidade de sua verbalização por meio da
linguagem facultada pela vida orgânica, é por si mesmo a forma mais
excelente de comunicação com o mundo espiritual. Pensamos, lembramos, e
logo a lembrança traz o outro do jeito que ele agora pode vir. Isso pode
ser um devaneio, para quem está acostumado a um raciocínio cartesiano e
materialista. Mas se o amor fosse condicionado à matéria orgânica, à
possibilidade de uma porção limitada de matéria ocupar lugar na dimensão
espaço-temporal, não seria amor. “O amor é o fogo que arde sem se ver” –
diria Camões, que também conhecia essa forma de comunicação com os
mortos:
Alma minha gentil, que te partiste
Tão cedo desta vida descontente,
Repousa lá no Céu eternamente,
E viva eu cá na terra sempre triste.
Tão cedo desta vida descontente,
Repousa lá no Céu eternamente,
E viva eu cá na terra sempre triste.
Se lá no assento etéreo, onde subiste,
Memória desta vida se consente,
Não te esqueças daquele amor ardente
Que já nos olhos meus tão puro viste.
Memória desta vida se consente,
Não te esqueças daquele amor ardente
Que já nos olhos meus tão puro viste.
E se vires que pode merecer-te
Alguma coisa a dor que me ficou
Da mágoa, sem remédio, de perder te,
Alguma coisa a dor que me ficou
Da mágoa, sem remédio, de perder te,
Roga a Deus, que teus anos encurtou,
Que tão cedo de cá me leve a ver-te,
Quão cedo de meus olhos te levou.
Que tão cedo de cá me leve a ver-te,
Quão cedo de meus olhos te levou.
Essa supremacia do amor sobre a realidade antitética vida/morte é o
que diz Sófocles, Édipo em Colono, 1224-1227 (Coro): “Não ter nascido
prevalece sobre qualquer outra ideia. Mas quando se aparece à luz do
dia, a melhor sorte a seguir é ir, o mais depressa possível, para o
sítio de onde se veio.” Este sítio de onde se veio faz lembrar-me de uma
frase não menos poética de um padre católico: “Esta fome de felicidade,
é saudade do Infinito, é saudade do Paraíso, é saudade que a gente
tem”.
Todo amor é metafísico. Todo amor é infinito, heterogêneo,
pluriforme e, portanto, imortal. Se não superar esta certeza chamada
morte, amor nunca terá sido.
Fonte: http://www.orm.com.br
Como decorar o ambiente com puffs!
É sempre muito bom mexer na casa e mudar a cara dos ambientes.
Isso ajuda a renovar o clima de onde moramos e dá uma levantada na
auto-estima. Veja agora como pode ser fácil alterar seus ambientes
utilizando puffs ou pufes. Além de eles serem confortável isso permite também uma opção de baixo custo para renovar os ambientes.
A decoração de uma residência é algo bastante complicado,
principalmente se não temos nenhuma noção de decoração, atualmente
existe uma grande quantidade de produtos que são destinados ao segmento
de decoração de residências, alguns desses produtos na maioria das vezes
não são relacionados como um item de decoração. Esse é o caso dos
puffs, itens que são adquiridos para oferecer uma maior comodidade a
suas visitas e também para as pessoas que moram em uma determinada
residência, mas poucas vezes esses produtos são relacionados a decoração
de uma residência.
Decorando o ambiente com puffs
Os puffs podem ser encontrados em grande variedade de formas, cores e
preços. Sendo fácil você encontra um que se adapte ao ambiente que você
quer criar e caiba no seu bolso. Há puffs em formato arredondado,
quadrados, triangulares, com estofamento mole (os mais comuns), co
estofamento duro. Cada um tem uma utilidade apropriada, mas a grande
vantagem dos puff é sua praticidade e a capacidade de serem utilizados
de diversas formas. Eles podem virar uma cadeira, ou recosto para os pés
quando estamos sentados em um sofá ou numa poltrona, podem servir
também como grandes almofadas.
Quando falamos em puffs, logo nos lembramos dos modelos com espuma em
seu interior e que na maioria das vezes ficam no chão, porém atualmente
existem os denominados puffs 2.0 que são modelos que lembram muito o
desenho de um banco. Esse modelo vem sendo muito bem aceito entre os
consumidores brasileiros, pois na maioria das vezes são muito bem
decorados e ocupam pouco espaço, sendo ideal para a decoração da sala de
estar e também para o quarto, principalmente de adolescentes.
Os puffs grandes e moles podem ser usados como
lugares de descanso e dão um ar mais jovial ao ambiente. Tenha em mente
sempre, quando vai mudar a decoração de sua casa que o objetivo deve ser
criar um lugar aconchegante. Aproveitar bem o espaço é tudo. Você pode
optar por escolher puffs menores e duras que não ocupam muito espaço e
dão um ar de maior dimensão ao ambiente.
Os pufes com formato arredondado são bons para quebra um pouco as
linhas retas de outros moveis e dão a sala ou ao quarto um aspecto mais
elegante. Escolha cores que combinem com a de seus moveis. É possível
também colocar puff de cores mais fortes e chamativas caso você queira
dar um ar mais moderno e sofisticado ao ambiente. Lembre-se que o
importante é respeitar a funcionalidade e a vocação de cada ambiente e
os espaços que você tem.
Os puffs com modelo padrão também oferecem muita qualidade e com
certeza podem ser uma ótima forma de decorar sua residência, esses
modelos de puffs também são ideais para o quarto de adolescentes, pois
os adolescentes gostam de ter o seu canto e quando recebem amigos em
casa, esses amigos vão sempre para o quarto. Como podemos perceber, as
casas estão cada vez ficando menores, acompanhando também as
necessidades profissionais das mulheres, pois quanto menor a residência,
menor as “coisas” para se arrumar, justamente por isso os puffs também
se encaixam na decoração da sala.
Tons escuros de pufes, como o marrom-escuro, cinzas e preto deixam o
ambiente com um ar mais sério. É interessante pensar em uma decoração
mais ousada para a sala, onde você poderá receber visitas e ter momento
de descontração com os amigos e optar por uma decoração mais
aconchegante e equilibrada para o quarto que é o loca e repouso. Fonte: http://www.bumbando.com.br
27 janeiro 2013
Plantas para interiores: deixe sua casa ou apartamento mais verde
Paisagista dá dicas preciosas para quem curte um estilo natural |
Por Pollyana de Moraes
Plantas, flores e folhagens são as grandes estrelas de uma decoração
natural. Nada melhor do que deixar pela casa, quintal ou varanda
vasinhos bem cuidados e cheios de charme.
Mas nem sempre é fácil assim. Quem adora o verde e mora em apartamento ou tem pouco espaço dentro de casa, encontra um desafio para arrumar as plantinhas pelo espaço pequeno, que nem sempre recebe quantidade suficiente de sol. Pensando nisso, o site do GNT separou dicas de plantas e formas de cuidar para os moradores de espaços, digamos, mais aconchegantes. A arquiteta e paisagista Daniela Sedo é quem tira as dúvidas. Veja o nosso mosaico e siga as orientações!
Mas nem sempre é fácil assim. Quem adora o verde e mora em apartamento ou tem pouco espaço dentro de casa, encontra um desafio para arrumar as plantinhas pelo espaço pequeno, que nem sempre recebe quantidade suficiente de sol. Pensando nisso, o site do GNT separou dicas de plantas e formas de cuidar para os moradores de espaços, digamos, mais aconchegantes. A arquiteta e paisagista Daniela Sedo é quem tira as dúvidas. Veja o nosso mosaico e siga as orientações!
1- Begônias: essas flores charmosas são ótimas
companheiras para ficar dentro de casa sem ocupar muito espaço. “Ela
precisa de sombra e um pouco de luminosidade. Fica linda em uma mesa
lateral ao lado do sofá ou na copa. A rega deve ser feita duas ou três
vezes por semana”, orienta a arquiteta e paisagista Daniela Sedo. O
maior cuidado com essa planta é com o pratinho, que deve estar sempre
seco, porque a umidade excessiva não faz bem para as begônias. Vale o
alerta: para evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue,
nunca deixe água acumular!
2- Chamaedórea metálica: essa planta é como uma pequena palmeira que fica linda em um vaso de 50 cm com muita terra. Ela cabe em qualquer cantinho que tenha um misto de claridade e meia-sombra. Deve ser regada duas vezes por semana, ou uma vez durante o inverno.
3- Chamaerops humilis: de folhagem cheia, essa planta gosta mais de claridade do que as outras. O ideal é que ela receba água três vezes por semana e todo dia no verão. Ela pode ficar em um vasinho pequeno no canto da sala, perto da janela.
4- Rosa de pedra: parece flor, mas na verdade é uma planta da família dos cactos e assim como eles precisam de pouca água, apenas um copo a cada 15 dias. Dica para regar: evite bater a água nas folhas, apenas a terra deve ser molhada. O ideal é que a rosa de pedra seja exposta ao sol leve, por isso a sugestão é que a planta fique em uma mesa alta perto da janela.
5- Zamiocula: podendo atingir até 70 cm de altura, a Zamiocula é uma das favoritas para se ter dentro de casa ou do apartamento. Essa planta precisa, no entanto, de mais espaço para que as folhas cresçam bonitas e apareçam. Dica que vale para todas: evite que as plantas fiquem coladas a paredes ou móveis e fuja das áreas de circulação para que elas não se danifiquem. Sobre os cuidados, é importante lembrar que a Zamiocula precisa de muita água regada a cada duas vezes na semana.
6- Licuala: ”Linda folhagem em leque. Já me perguntaram em um projeto se eu havia cortado as folhas para que elas ficassem desse jeito”, disse a arquiteta e paisagista Daniela Sedo. Essa planta não gosta de vento, mas precisa de claridade, então deve ficar perto de uma janela onde bate o sol leve da manhã. Pode ser regada duas vezes por semana.
Gostou das dicas? O GNT tem sempre mais para sua casa. Fique ligado na progrmação.
2- Chamaedórea metálica: essa planta é como uma pequena palmeira que fica linda em um vaso de 50 cm com muita terra. Ela cabe em qualquer cantinho que tenha um misto de claridade e meia-sombra. Deve ser regada duas vezes por semana, ou uma vez durante o inverno.
3- Chamaerops humilis: de folhagem cheia, essa planta gosta mais de claridade do que as outras. O ideal é que ela receba água três vezes por semana e todo dia no verão. Ela pode ficar em um vasinho pequeno no canto da sala, perto da janela.
4- Rosa de pedra: parece flor, mas na verdade é uma planta da família dos cactos e assim como eles precisam de pouca água, apenas um copo a cada 15 dias. Dica para regar: evite bater a água nas folhas, apenas a terra deve ser molhada. O ideal é que a rosa de pedra seja exposta ao sol leve, por isso a sugestão é que a planta fique em uma mesa alta perto da janela.
5- Zamiocula: podendo atingir até 70 cm de altura, a Zamiocula é uma das favoritas para se ter dentro de casa ou do apartamento. Essa planta precisa, no entanto, de mais espaço para que as folhas cresçam bonitas e apareçam. Dica que vale para todas: evite que as plantas fiquem coladas a paredes ou móveis e fuja das áreas de circulação para que elas não se danifiquem. Sobre os cuidados, é importante lembrar que a Zamiocula precisa de muita água regada a cada duas vezes na semana.
6- Licuala: ”Linda folhagem em leque. Já me perguntaram em um projeto se eu havia cortado as folhas para que elas ficassem desse jeito”, disse a arquiteta e paisagista Daniela Sedo. Essa planta não gosta de vento, mas precisa de claridade, então deve ficar perto de uma janela onde bate o sol leve da manhã. Pode ser regada duas vezes por semana.
Gostou das dicas? O GNT tem sempre mais para sua casa. Fique ligado na progrmação.
MORTES COLETIVAS SEGUNDO O ESPIRITISMO
Por Verônica Regina Spoljaric & Ivan Pimentel
Essas ocorrências, chamadas catastróficas, que ocorrem em grupos de pessoas, em família inteira, em toda uma cidade ou até em uma nação, não são determinismo de Deus, por ter infringido Suas Leis, o que tornaria assim, em fatalismo. Não. Na realidade são determinismos assumidos na espiritualidade, pelos próprios Espíritos, antes de reencarnar, com o propósito de resgatar velhos débitos e conquistar uma maior ascensão espiritual. O Espírito André Luiz, no livro Ação e Reação, afirma esses fatos: “nós mesmos é que criamos o carma e este gera o determinismo”.
São ações praticadas no pretérito longínquo, muito graves, e por várias encarnações vamos adiando a expiação necessária e imprescindível para retirada dessa carga do Espírito, com o fim de galgar vôos mais altos. Assim, chega o momento para muitos, por não haver mais condições de protelar tal decisão, e terão que colocar a termo a etapa final da redenção pretendida perante as Leis Divinas. Dessa complexidade de fatos é que geram as chamadas “mortes coletivas”.
Chico Xavier um exemplo de Vida |
Os Espíritos Superiores
possuem todo conhecimento prévio desses fatos supervenientes, tendo em
vista as próprias determinações assumidas pelos Espíritos emaranhados na
teia de suas construções infelizes, aí, providenciam equipes de
socorros altamente treinadas para a assistência a esses Espíritos que
darão entrada no plano espiritual. Mesmo que o desencarne coletivo
ocorra identicamente para todos, a situação dos traumas e do despertar
dependerá, individualmente, da evolução de cada um. Estes fatos, mais
uma vez André Luiz confirma: “se os desastres são os mesmos para todos, a
“morte” é diferente para cada um”.
| Que nossas orações sejam para o perfeito acolhimento de todos (e são tantos) que desencarnaram nesse trágico incêndio em Santa Maria. Que cada um desses espíritos tenha o merecimento para chegar até aos braços dos nossos caridosos irmãos. Deus seja misericordioso com eles e com os que ficaram entre nós para sofrer com a ausência desse entes queridos. Para tudo há uma razão."Pai Nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, vem a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, não nos deixei cair em tentaçãomas livrai-nos do mal. Amém! |
Santa Maria: Imprensa divulga lista de feridos em incêndio na boate Kiss.
![]() |
| Incêndio teria acontecido por volta das 2h (Crédito: Germano Roratto) |
Tragédia na boate Kiss - Hospitais de Santa Maria divulgam lista de feridos.
De acordo com informações do portal "Zero Hora", a grafia dos nomes
pode não estar correta, pois algumas identificações foram feitas
verbalmente com os feridos e repassadas à imprensa. Há muitas pessoas
feridas sem identificação.
GABRIEL BADALOSO PEREIRA
GUSTAVO CAUDURO
CATIELE RODRIGUES
JULIANO MOTA HENRIQUE
CAUÊ M. DIAS
DANIEL BARBAREIRO
TULIO GUSTAVO MAGALHÃES FERNANDES
FABIANO ZATI
IURI GUEDES
JOSUÉ DE OLIVEIRA
JULIESE PEREIRA
MARIELENE VIELMO
EDUARDO SAVARIVA
KAUE MACHADO DIAS
DANIEL BARBIERO
HEUKI TEMP
FABIANO ZATTI
LEONARDO M FONTOURA DA SILVA
LAURO CLOS MARÇAL
JOEL BEWANGER
NAIARA HENNIG NORIENSELDT
LUISE SCMRAGE WACHTER
MAIQUE ADRIEL DOS SANTOS
MAIRA FELIPETTO
EMANUEL ALMEIDA PASTEL
BIBIANO M SEMBRANEL
FERNANDA REGINA ANDRADE
RENAN M BYSAINO
LUCIANE DE ABREU PERLIN
VALQUIRIA PERLIN
RAFAELA PEROBOLLI
JULIANO MOTTA
IGOR STEVAN PEREIERA
GRACIELA GERALDO
CRISTINA PEITERT
MAURICIO LORETTO JAIME
FLAVIA MARIA TORRE LEMOS
ANDRIELI RIGHI
VITORIA SACCOL
GILMAR OLIVEIRA
VALTER DE MELO CAPISTANI
TATIELI RODRIGUES
GUILHERME PATATI
DELVANI BRONDANI ROSSO
JOSUEL LACERDA DE OLIVEIRA
GABRIEL MADALOSSO PEREIRA
JULISI PEREIRA
FABIANO ALBARELO LAPP
JULIANO HENRIQUE DA MATA
BRUNO RUPPOLO
TIAGO BONIATI
FELIPE DA SILVA NUNES
EDUARDA CABELURA
TATIANE LAIS T. ADREOLA
GUSTAVO MARQUES GONÇALVES
LUDIMILA BARACTT MENDONÇA
RENAN GARC. BISCAIA
KELLEN GIOVAN. LEITE PEREIRA
ANGÉLICA PIRES SAMPAIO
ANDRIELI RIGHI
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE SANTA MARIA:
MÁRCIA ANDRADE RODRIGUES
RICARDO HOLDBARBAUM DO AMARAL
PEDRO ALMEIDA
NATANI RIBEIRO DA SILVA
SARA DENISE DA SILVA
BIBIANA FONTANA RIBEIRO
PEDRO FALCÃO PINHEIRO (SENDO ENCAMINHADO PARA PORTO ALEGRE)
LUIS ARTHUR RESENER DE MORAES
BRIAN ZEPENFELDI
DENISE FELIPETTO DE ALMEIDA
EMILIO BERNICH
CARMEM JANAÍNA DUTRA F. RODRIGUES (UTI)
GABRIELA FRANÇA DE ABREU
KAPRICIE PEREIRA HUBNER
FABIANO MARTINS
RIDRIGO MUCION
MANOELA LOPES
JOÃO BATISTA
NATIELE (SEM SOBRENOME)
JUNIOR MAROISN FELIPETO
EDUARDO FILIPETO KLAIN
CÁSSIO MARTELLETE LUTS
TATIELE SOARES
BARBARA FELIPETO
Adriele Roth da Silva
PRONTO ATENDIMENTO DO PATRONATO:
PABLO RICARDO PACHECO
RUAN BOLZAN MARTINS
MICHELE PEREIRA DOS SANTOS
FRANCIELE ANDRADE
WILLIAN DA SILVA
LUCAS CAUDURO PERANZONE
TIAGO VIUNICIUS PEREIRA DA SILVA
MAURICIO DORNELES PICOLO
LEONARDO CONTRERA
FERNANDO ROSA OLIVEIRA
JOCEMARA SILVA SANTOS
RAFAELA BOEIRA
GABRIELI STRIN
LUCAS MATEUS PEREIRA
BRENDA VARGAS
ROSANGELA MARIA DA SILVA
HOSPITAL DE GUARNIÇÃO DE SANTA MARIA (HGU):
LUIZ OTÁVIO OLSEIRAL
MARCELO PACHECO
ANA PAULA E. (sobrenome ilegível)
SERGIO WILLIAN DA SILVA SANTOS
ANGÉLICA CARVALHO L.
GIOVANE ALVES DIAS
DEBORA PARODE ASSUNÇÃO
ENZO DA CUNHA CORREIA
MARCOS VINICIUS BORBA DOS SANTOS
HENRIQUE MUNIZ DA COSTA
Momento Verdadeiro | Fonte: 'Zero Hora'.
Santa Maria! Incêndio na boate Kiss: nº de mortes deve passar de 245
Foram confirmadas 245 mortes no incêndio em uma casa noturna nesta madrugada (27), informou o delegado da 3ª Delegacia de Polícia de Santa Maria, Sandro Meinerz. A informação se refere ao número de corpos já levados ao Centro Desportivo Municipal de Santa Maria. O levantamento é parcial, pois várias vítimas ainda estão sendo trazidas da boate Kiss.
![]() |
| (Crédito: Ronald Mendes/Agencia RBS) |
Mas como os hospitais também ainda estão atualizando informações sobre
vítimas que morreram durante o atendimento médico o número pode sofrer
alteração.
Famílias e amigos das vítimas estão se reunindo em frente ao Centro
Desportivo e nos hospitais em busca de informações. As identificações já
começaram por meio dos documentos que as vítimas portavam, mas as
confirmações só ocorrerão após o reconhecimento pelas famílias, que
serão chamadas individualmente.
O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, já está em Santa Maria.
Neste momento, ele está reunido com o Comando da Brigada Militar, que
está à frente das operações de socorro às vítimas do incêndio que na
madrugada deste domingo (27), matou 245 pessoas confirmadas na boate Kiss.
Também participam da reunião o prefeito da cidade, César Schirmer, a
Defesa Civil e a ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário.
Fonte: http://www.momentoverdadeiro.com
Fonte: http://www.momentoverdadeiro.com
26 janeiro 2013
Linha Turismo de Curitiba percorre diariamente 25 locais turísticos
Os ônibus double decker (de dois andares) da Linha Turismo,
que diariamente percorrem 25 locais de interesse de Curitiba,
transportaram 682.622 passageiros de janeiro a dezembro de 2012, de
acordo com a Urbs – Urbanização de Curitiba S/A, empresa que gerencia o
sistema de transporte coletivo. A Linha Turismo é mantida pelo Instituto
Municipal de Turismo (IMT) e operada pela URBS.
Durante o período de
férias, turistas, visitantes e demais usuários dispõem de dez ônibus,
que saem defronte à Catedral, na Praça Tiradentes, a cada 30 minutos.
Nesse período, o primeiro embarque é às 8h45, enquanto o último ônibus
deixa o ponto inicial às 17h30. A passagem custa R$ 27, com direito a
quatro reembarques no trajeto percorrido em aproximadamente duas horas e
meia. Os ônibus double decker operam desde 15 de novembro de 2008.
Movimento
O maior movimento na Linha Turismo é
registrado nos meses de férias, quando os ônibus circulam
ininterruptamente durante a semana, inclusive segunda-feira. Nos meses
restantes, os coletivos permanecem nas garagens para manutenção nesse
dia da semana.
Em 2012, o recorde de
embarques foi em dezembro, quando 133.990 pessoas percorreram os
principais pontos de atração da cidade. Ainda durante o ano, janeiro,
julho e novembro também registraram grande movimento de usuários,
respectivamente, 93.459, 66.329 e 61.550 passageiros.
Informações: URBS
Fonte: http://meutransporte.blogspot.com.br
Fonte: http://meutransporte.blogspot.com.br
Móveis de Fibra Sintética: Estilo e sofisticação para decorar os ambientes de sua casa.
Por Kelly Cristiane
![]() |
| Minha sala de estar! Eu, aliás nós aqui, temos uma mania boa, gostamos muito de ficar em casa! |
Novo conceito! E pra quem curte novidades como eu, a última tendência agora, é a utilização de peças para mobiliários em fibra sintética, inclusive na decoração de interiores. A moda é assim... Enquanto você está indo, ela já foi ou já está voltando, e se você não exercitar o hábito de acompanhá-la, babaus! Este é o mimo que me 'regalei' pela passagem do meu aniversário, sofás e poltronas. Fala sério! É lindooo, lindo de viver e ainda combinam com as demais peças que coleciono em madeira rústica.
25 janeiro 2013
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