16 abril 2013

Helder Dias, a trajetória do empresário, dono da maior agência segmentada ao público negro do Brasil

por Ruth Lopes e Priscilla Arantes


 

Helder Dias é bem sucedido no mundo da moda e publicidade, saiu de Alagoinha, interior da Bahia, para São Paulo na década de 1990,  carregando uma bagagem de sonhos. Como muitos retirantes daquela época Helder venceu nadando contra a maré da sociedade paulistana, se encaixando em algumas minorias, negro, nordestino e pobre. Mas isso não o impediu de ir mais além e criar a Agência HDA direcionada exclusivamente para modelos negros.
Tudo isso numa época em que a comunicação era limitada. A internet era inexistente para o grande público. Não teve o apoio das redes sociais e da informação instantânea.
Conversamos com esse vencedor que nos contou sobre sua trajetórias e inspirações. Confira!

Como começou seu interesse pela moda?
Em 1986, uma professora de moda, Cristina Rolim, foi ministrar um curso de modelo, em Alagoinhas. Na época, o curso custava 1800 cruzados novos, muito dinheiro e eu não tinha, então, sugeri uma parceria, eu, que sempre desenhei, faria os cartazes de silk screen para divulgar o curso e ela me daria a bolsa. Ela aceitou. Fiz o curso e depois ela voltou pra Salvador e sempre me chamava para dar suporte nos cursos que ela ministrava lá.


 

Você sempre soube que carreira queria seguir ou durante o caminho existiram dúvidas?
Eu sempre soube. Desde pequeno eu dizia pra minha mãe que eu queria ser importante. Mas quando eu comecei a trabalhar com a Cristina eu ainda não sabia como eu faria isso. Mas em determinado momento ele anunciou que iria se casar com um italiano e antes de se mudar pra Itália me deixou responsável por todo o trabalho que desenvolvia em Salvador. Num treinamento de uma semana ele me apresentou para as pessoas como seu sucessor. Eu ia todos os dias pra Salvador e a noite voltava para Alagoinhas. 108 km. E quando eu não tinha dinheiro para voltar, eu dormia na rodoviária. Na casa dela eu sempre entrava e saía pela porta de serviços. Ela morava com a tia num bairro nobre de Salvador. Isso me marcou muito. Depois disso comecei a ministrar os cursos em Alagoinhas.
Você inscreveu a Rai, sua irmã , no primeiro concurso expressivo de beleza negra do país. Como foi isso?
Rai não queria que eu a inscrevesse porque ela dizia que, em São Paulo,  eles estariam procurando mulheres negras, mas de pele clara e traços finos. Mesmo assim eu fiz a inscrição e mandei o material. Foram 15 mil inscritas e a organização escolheu 17 meninas, entre elas a Rai (Helder se emociona…). Não tínhamos dinheiro pra ir para SP. Mas fomos.  No ônibus, fazíamos palhaçadas e as pessoa nos davam comida. No final, Rai ganhou o concurso, mas foi uma confusão, porque algumas pessoas que não concordaram com o resultado invadiram o camarim.  Com isso me aproximei muito da Rita, dona da agência New Company ,responsável pelo concurso.
Por 10 anos você ministrou o curso “Helder Dias manequins e modelos”. Sua vinda para São Paulo foi por conta do concurso? Como foi sua mudança para a capital paulistana?
A Rita me contratou. Por dois anos eu morei na casa que era nos fundos da agência e ministrava os curso de modelo. Formei mais de mil pessoas. E mais uma vez uma pessoa me ensina e vai embora. A Rita foi para a Alemanha. Depois disso passei necessidades para me manter em São Paulo e voltei pra Aracaju. E uma amiga da minha irmã tinha um apartamento em SP e estava precisando de uma pessoa pra cuidar. Foi quando eu voltei.


 

Foi nesse momento que surgiu a HDA?
Sim. Comecei a agenciar as modelos para propagandas e para eu receber  pelo meu trabalho eu precisava ter uma agência formal, conta bancária.  E na verdade, eu agenciava na sala do apartamento que nem móveis tinha. E aos poucos tudo foi se acertando até chegar aqui, a sede da HDA.
E como funciona o trabalho da HDA?
Quando eu resolvi abrir a HDA eu sempre pensei em ter tudo de melhor para apresentação do meu trabalho. O melhor cartão de visitas, o melhor site. Quando eu ligava para os clientes e dizia que eu tinha uma agência de modelos negras, ninguém queria me receber. Então, eu dizia que “fulano de tal” me indicou, à partir dessa abordagem a primeira porta já se abria e eles me pediam pra mandar material, pra que eu fosse visto eu precisava ter o melhor material.
Você tem uma postura firme em relação ao que defende, que são modelos negras.
Sim. Sempre tive a postura e falar o que penso foi uma forma de me defender. Aos poucos a mídia observou que eu tenho as melhores negras do mercado e fui intitulado “o criador das Barbies negras”. E na inauguração da USP Zona Leste a Naomi Campbell esteve aqui (na agência HDA) e isso trouxe mais visibilidade e respeito ao meu trabalho. Em seguida, fui para África e passei 25 dias lá com 20 modelos. Isso também virou assunto e trouxe mais visibilidade. E as coisas foram acontecendo.
Você mencionou que foi destratado diversas vezes. Você sabe me dizer a que se deve isso? Se pelo fato de você ser negro, ativamente combatente…
Eu acredito que o problema não está só no fato de ser negro, mas sim no poder de compra do negro. Se você tem poder de compra, tem um tratamento. Se não tem o tratamento é outro. Naquela época eu deixava muito evidente por meio de códigos as minhas diferenças sociais e econômicas. E me enxergavam de outra forma. Mas eu sempre tive a autoestima valorizada. Quando eu comprei um carro importado o tratamento começou a melhorar. Quando minha modelos começaram a fazer campanhas expressivas no Brasil e no mundo os clientes começaram a mudar a linguagem e a forma de falar comigo. As coisas mudaram e eu passei a escolher os clientes.
Como você vê a relação Fashion Week e modelos negros? Qual é o seu posicionamento hoje?
Sobre a São Paulo Fashion Week eu caí de paraquedas, em nenhum momento eu fui lá reivindicar nada. Eu tenho um bom produto e eu apresento, se o cliente quiser contratar ótimo senão o problema é dele. O que aconteceu foi que o Frei Davi entrou com uma petição na justiça reivindicando a inclusão de modelos negros na semana de moda de São Paulo e foi para a porta do evento fazer barulho. Mas isso foi divulgado como se fosse um movimento organizado pelo Helder Dias. Alguns estilistas deram entrevistas dizendo que eu estava querendo aparecer e por isso não iria contratar nenhuma modelo da HDA. A imprensa espontaneamente começou a me procurar e como a exposição da minha imagem já tinha acontecido de forma pejorativa, eu comecei a dar nomes aos bois e dizer o que eu achava. Foi quando eu falei que o Frei Davi me procurou, o Ministério Público me intimou duas vezes para que eu pudesse expor a minha versão diante da alegação do Frei e aí o assunto ganhou proporções internacionais. Mas eu nunca tive contato com o Paulo Borges, não o conheço e nem sei das suas pretensões com a raça negra. Hoje eu percebi que o meu trabalho está muito além da SPFW. Me graduei em moda para entender e conquistar novas possibilidades e aumentar  a visibilidade do  meu trabalho.
Hoje indústria entende que o negro não vende?
Não isso já passou. Isso é coisa do passado.
E por que essa representação não se dá na mesma proporção?
O país é dominado por brancos. O poder aquisitivo vem dos brancos, e apesar da população brasileira representar 50% desse contingente, quem dita as regras são os brancos.
Hoje, no século XXI, 2012 é que o negro começa a ocupar caminhos políticos, científicos e acredito que num futuro muito próximo isso já  seja mais evidente. Foi o caso da presidente Dilma que passou pela ditadura, a mulher para chegar a presidência passou muitas situações.
Há alguns anos, o Diogo Mainardi fez uma declaração polêmica e foi crucificado, “Não venha cobrar de nós como agência e sim do cliente que veta a modelo negra”. Isso se perpetua?
Em alguns casos sim. A publicidade criou segmentos. Quando são campanhas governamentais, aí o Brasil tem cor. Quando são campanhas de empresas internacionais, o negro é exótico ou diferente dos “padrões”, é músico ou tem um cabelo black power, ele tem alguma característica física que associa ao produto. Hoje a sociedade percebeu que a classe D e C são classes consumidoras e começaram a desenvolver produtos voltados para essa classe emergente. E como o negro passou a consumir mais e para o capitalismo o que importa é o consumo começaram a dar visibilidade ao negro.
Hoje, no século XXI, 2012 é que o negro começa a ocupar caminhos políticos, científicos e acredito que num futuro muito próximo isso já  seja mais evidente.
Hoje o mercado de cosméticos, por exemplo, vende 42% de seus produtos para pessoas negras e não representa essas pessoas.
Clientes de cosméticos quando ligam para pedir modelos eles pedem modelos claras, que fique com cara de branca e com traços finos. E a representação do negro na publicidade é feita por modelos negras de pele clara.

De um ano pra cá, eu tenho ouvido que o mercado não consegue a interlocução com as mulheres negras, o mercado já entendeu que a mulher negra mudou, que o poder de compra aumentou, que ela está no mercado de trabalho, que o perfil mudou e vem sido chamado da “Era Michele Obama”. O que você acha disso?
Eu acredito que os profissionais negros precisam se reunir para suprir essa demanda. A Ruth que tem um site, a Isabel que tem uma gráfica, a Márcia que tem uma agência de publicidade… E assim fazer um elo de ligação e começar a consumir o que produzimos.

A HDA Models trabalha a imagem e a postura de seus modelos. A responsabilidade é muito mais sócio-cultural do que física,  “trabalhamos o perfil da pessoa, pele, comportamento, autoestima, alimentação”, afirma Lucas, booker da agência. A questão da autoestima é ponto chave para o resultado final. A mulher que se ama exala beleza física e interior.

Para saber mais sobre a agência e sobre esse profissional acesse HDA Models.

por Mulher Negra e Cia | 13/07/2012 
http://www.mulhernegraecia.com.br

100 ANOS DO SUTIÃ


Sutiã está completando 100 anos: produto foi patenteado nos EUA em 1913. Invento foi vendido para Warner Bross por US$ 1.550. Em três décadas, lucro da empresa foi de US$ 15 milhões. Veja anúncios no 'Estadão' do começo do século passado em http://migre.me/e5BcO 



15 abril 2013

Série de explosões deixa feridos em Boston.

(Explosão deixa feridos | Foto: AP)
 
Duas explosões foram registradas no hotel que serve como base para a organização da Maratona de Boston, após o término da prova. Ainda não há o número preciso de vítimas. O local fica a poucos metros da linha de chegada da competição.
 
(Explosão deixa feridos | Foto: AP)
 
Não se sabe a origem das explosões. Todavia, o intervalo entre elas foi curto, apenas 20 segundos. Conforme o jornal "Boston Globe", as explosões aconteceram por volta das 15h, cerca de três horas depois da chegada dos vencedores. O local, porém, ainda estava cheio de participantes e torcedores.

A corrida em Boston é realizada todos os anos e é a mais antiga do mundo, tendo sido realizada pela primeira vez em 1897, e se encontra em sua 117ª edição. Ela acontece sempre na terceira segunda-feira do mês de abril, no Patriot´s Day, um feriado estadual em Massachusetts. (Com informações da BandNews Fonte http://www.momentoverdadeiro.com ).

14 abril 2013

A mitologia do melhor amigo gay

"A mitologia do melhor amigo gay é ao mesmo tempo uma inversão do preconceito e a propagação desse mesmo preconceito"  Foto: Bassai

Por Natália Klein/Conteúdo LOLA

Sabe a mitologia de que mulheres bacanas e moderninhas tem um melhor amigo gay? Veio das comédias românticas, funciona como se você ganhasse um certificado de aprovação do grupo mais seleto e critico de todos. Mas é ao mesmo tempo uma inversão do preconceito.  

Quando eu era criança, toda esquisita e desengonçada, sonhava com duas coisas, igualmente imprescindíveis: ser paquita e ter um melhor amigo gay estilista. Felizmente eu cresci e minhas ambições se tornaram um pouquinho mais sofisticadas do que ser uma babá loira que veste uniforme de banda militar. Mas não posso negar que ainda me resta uma fagulha daquele outro sonho, o do amigo estilista.

Na minha adolescência, fiquei obcecada pelos filmes da Audrey Hepburn. Eu queria ser como ela. Bonita, moderna, estilosa, fazendo bom uso da altura – única coisa que tínhamos em comum, além do pé gigante. Obviamente, meus óculos enormes, meu aparelho fixo e meu cabelo de gambá morto não ajudavam muito no processo. E numa idade em que a maioria das garotas sonhavam com um príncipe – não encantado, mas encarnado no corpo do Leonardo DiCaprio –, tudo o que eu queria era meu próprio Givenchy, estilista genial e amigo íntimo da Audrey. E em vez do cavalo branco, eu sonhava com uma arara enorme, cheia de roupas incríveis, todas feitas sob medida para mim.
Quando entrei para a faculdade de Comunicação Social, subitamente, quase todos os meus amigos eram gays. Infelizmente, nenhum deles era um estilista talentoso em busca de uma musa. Acredite, eu procurei. Mas, ainda assim, em pouco tempo, ter amigos gays ou amigos héteros passou a não fazer a menor diferença para mim.
Sinceramente, acho que já foi o tempo em que ter um melhor amigo gay tornava uma mulher heterossexual mais legal e descolada. Essa lógica chega a ser preconceituosa, se levarmos em consideração o panorama politicamente correto em que fingimos viver atualmente. Digo fingimos porque a aceitação dos gays pela sociedade me parece, por vezes, bastante hipócrita.
Tomemos como exemplo o maior ícone gay de todos os tempos deste semestre, o Crô da novela Fina Estampa. Uma espécie de mucama e esparro, que vivia para servir às extravagâncias de sua – eu cito – Rainha do Nilo. Não me entendam mal, acho as cenas ótimas e é inegável que o personagem tinha carisma e, por isso mesmo, caiu nas graças do povo. O que me preocupa nesse caso não é a aceitação de um personagem gay pelo público, e sim a forma como esse personagem precisou ser retratado para ser aceito.
Mas eu entendo de onde vem toda essa mitologia acerca do melhor amigo gay. Ela foi tão propagada no cinema e na TV quanto a ideia de que existe uma pessoa certa para cada um de nós e que, após uma série de peripécias e mal entendidos, os dois vão perceber que foram feitos um para outro, como num filme da Meg Ryan ou da Julia Roberts. Aliás, alguém conhece alguma boa comédia romântica gay? Opa, romântica-gay não soa bem. Rola um cacófato. Homocomédia romântica, então. Existe?
Enfim, a questão é que boa parte das comédias românticas que eu assistia na minha adolescência de óculos, aparelho e péssimos cortes de cabelo envolvia um melhor amigo gay, legal e descolado. De cara, posso citar o estilosérrimo Rupert Everett em O Casamento do meu Melhor Amigo. Dono de uma fineza única, o “amigo gay” da Julia Roberts a ajudava na difícil tarefa de reconquistar um ex que estava prestes a se casar com a chatinha e sem sal da personagem interpretada pela Cameron Diaz.
Assisti a esse filme tantas vezes que sei algumas falas de cor. Dentre as várias cenas memoráveis desse clássico está a parte em que o Rupert Everett finge ser o noivo da Julia Roberts – sim, porque esse é outro ponto crucial da mitologia do melhor amigo gay: fingir que é o namorado da mocinha hétero nos momentos de desespero. Eu mesma já tentei essa manobra e, sejamos francos, na prática não funciona. Mas não funciona mesmo. Especialmente quando os dois enchem a cara e acabam flertando com o mesmo sujeito, sem saber qual é a preferência dele.
Só que, na tentativa de parecer um homem heterossexual, o elegante Rupert Everett dá início a uma sequência hilária de desmunhecadas, que desencadeia naquilo que, para mim, é a apoteose da história do cinema dos melhores amigos gays. Uma mesa inteira cantando Say a Little Prayer, da Dionne Warwick. E depois todo o restaurante. Meus olhos brilham só de lembrar. Se eu não fosse hétero, eu seria muito gay.
Na TV gringa não faltam casos que corroboram essa mitologia. A minha preferida é Will and Grace – mais um exemplo de melhor amigo gay bonitão e estiloso. É como se andar com um cara com o Will fizesse de você uma pessoa melhor que as outras. É quase como se você ganhasse um certificado de aprovação do grupo mais seleto e crítico de todos. Você passa a fazer parte de um clube exclusivo de pessoas que entendem das coisas.
E, não é por nada não, mas tem muito gay por aí que incorporou o estereótipo do “eu sou melhor que você”. É o que eu costumo chamar de gayxorcismo. Os gayxorcistas são pessoas que se utilizam deliberadamente de todos os clichês que regem a mitologia dos gays, incluindo o amplo conhecimento em roupas, cabelo, maquiagem, sapatos, gosto musical, gosto para filmes e vocabulário. Aliás, destaque para o vocabulário. Os gayxorcistas adoram encaixar expressões em inglês no meio das frases, do nada. Tipo “no waaay ela fez isso”. Ou “eu não gosto dessa baranga at all”.
De certa forma, isso até inverte um pouco os papéis, colocando todo mundo em função dos gostos e vontades de um seleto homogrupo de pessoas – hellooo indústria da moda –, mas também reafirma todos os estereótipos que a comunidade gay tanto luta para derrubar. A mitologia do melhor amigo gay é ao mesmo tempo uma inversão do preconceito e a propagação desse mesmo preconceito.
Mas não vou me isentar do clichê da mulher moderninha com seu melhor amigo gay. Quem assiste à minha série, Adorável Psicose, sabe que um dos personagens é o – pam pam pammm – meu melhor amigo gay. Que é baseado em uma pessoa real que é o – pam pam pammm – meu melhor amigo gay. Muito embora, eu costume me referir a ele somente como meu melhor amigo. Sem o gay.
Chamar um amigo que vem a ser gay de “amigo gay” é como sair por aí apresentando um amigo negro como “meu amigo negro”. Ou apresentar uma amiga japonesa como “minha amiga asiática”. É de um preconceito indescritível. Porque parte da premissa de que ser amiga de uma dita minoria torna a pessoa mais cool. E eu uso “dita minoria” pois, convenhamos, ao menos por onde eu circulo, os gays não são nem de longe o menor grupo.
De todo modo, a mulher hétero que sai por aí chamando um amigo gay de “meu amigo gay” é qualquer coisa, menos amiga dele. Pelo contrário, dizer isso faz a pessoa soar como um acessório. Mais ou menos assim: “eu nunca saio de casa sem minha make básica, minha itbag, meus sapatos da estação e meu melhor amigo gay.” Nada mais cafona e fora de moda. Como diria um gayxorcista, “suuuper 1996”.
Seja como for, nada no mundo vai me impedir de continuar sonhando com meu Givenchy. E quando nos encontrarmos, vai ser como nas comédias românticas que eu assistia na adolescência. Nós vamos ser perfeitos um para o outro. E eu serei feliz para sempre com minha arara cheia de roupas feitas sob medida para mim.

13 abril 2013

Feliciano: Caetano vendeu um milhão de cópias porque Mãe Menininha, possuída, o abençoou

Feliciano: Caetano vendeu um milhão de cópias porque Mãe Menininha, possuída, o abençoou
Depois de Caetano Veloso ter se posicionado publicamente (leia aqui) contra as colocações do deputado pastor Marco Feliciano (PSC) acerca dos homossexuais e negros, eis que agora surge a réplica. Em culto realizado recentemente, Feliciano afirmou aos fiéis que o cantor baiano, para vender mais de um milhão de cópias do CD "Prenda Minha Ao Vivo" (1998), cujo grande sucesso foi a canção “Sozinho”, teve que ser abençoado por Mãe Menininha, que segundo ele “estava possuída pelos orixás”. Segundo Feliciano, quando foram questionar Caetano o sucesso da música, que não obteve – ainda de acordo com o pastor - tanta repercussão nas vozes de Tim Maia e Sandra de Sá, Caetano teria afirmado: “Meu segredo é Mãe Menininha do Patuá (sic). Antes de mandar qualquer musica pra rádio, pro Brasil eu mando pra ela, eu canto pra ela. E ela possuída pelos orixás diz assim: pode gravar que eu abençoo”.

Paula Lavigne, ex-mulher e produtora de Caetano, alertou em sua conta oficial no Twitter: “Quem ñ viu veja o Infeliciano falando de @falacaetano : um parlametar?????? Q vergonha desse Brasil q ñ é o nosso!”. Confira abaixo o vídeo na íntegra:

  


Fonte: http://www.bahianoticias.com.br

13 de abril é o "Dia do Beijo" - Beijar é melhor forma de materializar um sentimento.

Gelsienny Terra

Repórter do Momento Verdadeiro.
13 de abril é o "Dia do Beijo". O beijo é a forma de materializar um sentimento carinhoso que pode ser: maternal,  paternal, fraternal, romântico...enfim ele (o beijo) pode expressar várias coisas. 



Há rumores que a data foi criada por causa de um italiano, chamado Enrique Porchelo. Dizem que o homem beijava todas as mulheres que encontrava, casadas ou não. Na história também há um padre da localidade que ofereceu um prêmio em moedas de ouro às mulheres que não haviam sido beijadas pelo “beijoqueiro”, mas nenhuma apareceu e o tesouro está escondido em algum lugar da Itália até hoje.



O beijo é sinônimo de intimidade. Em um relacionamento amoroso, ele é faísca capaz de incendiar o corpo inteiro. 



Mas também tem outro fator, o fisiológico, já que segundo especialistas um único beijo movimenta 29 músculos: 12 dos lábios e 17 da língua. As pulsações cardíacas dobram, saltando de 70 para 140 por minuto e, conforme a intensidade, é capaz de queimar de 3 a 12 calorias.



Seja lá como for -- o beijo sincero --sempre será bem vindo!
Feliz Dia do Beijo! 


Fonte http://www.momentoverdadeiro.com

12 abril 2013

Estampas femininas

Se você não é um adepto dos ambientes monocromáticos, tecidos neutros e visuais simples, deve apostar em estampas que conseguem destacar e dar vida às composições. Este é um recurso simples que permite inúmeras combinações e possibilidades. Veja algumas ideias e inspirações!
 
Jarra usada como vaso. Estampa poá e estampa xadrez.

Junto e misturado
Troque as capas de almofadas e você perceberá a grande diferença que isso pode fazer em uma decoração! O xadrez, que é inspirado nos tecidos da Escócia, foi usado para revestir o sofá, servindo como base dominante para receber as outras propostas: a estampa listrada e a poá, duas alternativas que nunca saem de moda.


Florais
Com a técnica patchwork, esta roupa de cama sugere duas coisas: singularidade e romantismo. Os florais são opções clássicas aos que querem transmitir uma personalidade feminina e delicada. O melhor de tudo é que existe uma infinidade de padrões à disposição no mercado. 

Crie diálogos
As estampas diferentes podem se comunicar através das tonalidades. Aqui o vaso de poá dialoga com a almofada xadrez de forma harmônica. Uma curiosidade: as origens da poá não são precisas. Alguns creem que há alguma conexão com a polca, dança polonesa. Outros afirmam que a inovação apareceu primeiramente no figurino da Minnie Mouse, personagem da Disney. A estampa também é conhecida pelos nomes petit-pois ou polka dots.

Soltar a imaginação
Cores fortes têm lugar garantido aos que procuram por uma aparência eclética e vibrante que realce o cômodo. Inspire-se neste conjunto de almofadas e colcha para procurar boas ideias: estampas femininas, zigue-zague e listras (regulares ou não). A regra é fugir das regras e soltar a imaginação. Fonte http://www.westwing.com.br

McDonald's troca receita de hambúrguer após denúncia de chef

Jamie Oliver denuncia uso de hidróxido de amônio nos EUA
Jamie Oliver denuncia uso de hidróxido de amônio nos EUA
Foto: Getty Images
 
 Após o chefe de cozinha e ativista Jamie Oliver descobrir - e divulgar em seu programa de TV - que a rede McDonald's utiliza hidróxido de amônio para converter sobras de carne gordurosas em recheio para seus hambúrgueres nos Estados Unidos, a marca anunciou que mudará a receita, segundo informações do jornal Mail Online. "Estamos comendo um produto que deveria ser vendido como a carne mais barata para cachorros e, após esse processo, dão o produto para humanos", disse Oliver. "Por que qualquer ser humano sensato colocaria carne com amônio na boca de suas crianças?", questiona. O processo de conversão da carne é feito por uma empresa chamada Beef Products Inc (BPI), segundo o jornal. O veículo afirma ainda que esse processo nunca foi utilizado no Reino Unido, nem na Irlanda - que utilizam a carne de produtores locais. O McDonald's negou que tenha sito forçado a trocar sua receita por causa da campanha de Oliver. O jornal diz ainda que outras duas redes de comida rápida, Burguer King e Taco Bell, já tinham sido pressionadas e removeram o hidróxido de amônio de suas receitas.Na América Latina, a Arcos Dorados, empresa que opera a marca em toda a região, informa que "o aditivo em questão não é e nunca foi utilizado como ingrediente em qualquer processo da cadeia produtiva da marca". A companhia acrescenta que os hambúrgueres são preparados com 100% de carne bovina e que toda a produção é validada pelas autoridades regulatórias locais.
 
Foto: GENTE VOCÊS PRECISAM LER DE VERDADE! COMPARTILHEM!

Após o chefe de cozinha e ativista Jamie Oliver descobrir - e divulgar em seu programa de TV - que a rede McDonald's utiliza hidróxido de amônio para converter sobras de carne gordurosas em recheio para seus hambúrgueres nos Estados Unidos, a marca anunciou que mudará a receita, segundo informações do jornal Mail Online. "Estamos comendo um produto que deveria ser vendido como a carne mais barata para cachorros e, após esse processo, dão o produto para humanos", disse Oliver. "Por que qualquer ser humano sensato colocaria carne com amônio na boca de suas crianças?", questiona.

SIGNIFICADO DE HIDRÓXIDO DE AMÔNIO

O hidróxido de amônio, de fórmula química NH4OH é uma base solúvel e fraca, só existe em solução aquosa quando faz-se o borbulhamento de amônia (NH3) em água.

Hidróxido de Amônio não é considerado cancerígeno pela OSHA.

Resumo de riscos: Nocivo quando ingerido, inalado e absorvido pela pele. Extremamente irritante para mucosas, sistema respiratório superior, olhos e pele.

Efeitos agudos: A inalação pode causar dificuldades na vítima como consequência: espasmos, inflamação e edema de garganta, pneumonia química e edema pulmonar.

Efeitos crônicos: A exposição repetida ao produto pode causar tosse, respiração ruidosa e ofegante, laringite, dor de cabeça, náusea, vômito e dor abdominal.

Jamie Oliver denunciou uso de hidróxido de amônio pela rede McDonald's para converter sobras de carne gordurosas em recheio para seus hambúrgueres nos Estados Unidos. A empresa anunciou que vai mudar sua receita de hambúrguer. [3]

Órgãos afetados: Estômago e pulmões.
Fonte Terra
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11 abril 2013

Modelo de 56 anos é sucesso nas redes sociais. Descobrimos quem é ela!


“Que linda! Quem é ela?” . Essa era a reação de todos quando viam a foto acima em diversos compartilhamentos do Facebook ao longo da semana. Glamurama foi atrás para saber quem é essa mulher de longos cabelos brancos. Nome? Yasmina Rossi. Idade? 56. Nacionalidade? Francesa radicada em Miami. Profissão? Modelo.
Yasmina, que trabalha – e muito – estampando peças publicitárias ao redor do mundo, só vem provar que as mulheres maduras estão mais em alta do que nunca. Adepta de uma vida natural, ela tem como segredos de beleza apenas uma alimentação saudável, usar óleo de semente de canola nos cabelos e na pele e, pasmem, não exagerar nos exercícios. Anotou?

Fonte http://glamurama.uol.com.br/

10 abril 2013

Gisele Bündchen, a mais nova adepta do Instagram


E em sua 1ª foto, Gisele aparece coberta só com a bandeira do Brasil           


A linda  TOP brasileira e mais rica do mundo, Gisele Bündchen, estreou no Instagram hoje (dia 8, segunda-feira). A foto escolhida para abrir os trabalhos de @giseleofficial? Ela enrolada na bandeira do Brasil!
“Bem-vindo ao meu Instagram oficial! Fotografando no meu amado país!”, escreveu na legenda da página, que, em poucas horas, já tem quase 8 mil seguidores. Fonte:http://papelpop.com

KELLY MODELS MAGAZINE

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