15 abril 2013

Série de explosões deixa feridos em Boston.

(Explosão deixa feridos | Foto: AP)
 
Duas explosões foram registradas no hotel que serve como base para a organização da Maratona de Boston, após o término da prova. Ainda não há o número preciso de vítimas. O local fica a poucos metros da linha de chegada da competição.
 
(Explosão deixa feridos | Foto: AP)
 
Não se sabe a origem das explosões. Todavia, o intervalo entre elas foi curto, apenas 20 segundos. Conforme o jornal "Boston Globe", as explosões aconteceram por volta das 15h, cerca de três horas depois da chegada dos vencedores. O local, porém, ainda estava cheio de participantes e torcedores.

A corrida em Boston é realizada todos os anos e é a mais antiga do mundo, tendo sido realizada pela primeira vez em 1897, e se encontra em sua 117ª edição. Ela acontece sempre na terceira segunda-feira do mês de abril, no Patriot´s Day, um feriado estadual em Massachusetts. (Com informações da BandNews Fonte http://www.momentoverdadeiro.com ).

14 abril 2013

A mitologia do melhor amigo gay

"A mitologia do melhor amigo gay é ao mesmo tempo uma inversão do preconceito e a propagação desse mesmo preconceito"  Foto: Bassai

Por Natália Klein/Conteúdo LOLA

Sabe a mitologia de que mulheres bacanas e moderninhas tem um melhor amigo gay? Veio das comédias românticas, funciona como se você ganhasse um certificado de aprovação do grupo mais seleto e critico de todos. Mas é ao mesmo tempo uma inversão do preconceito.  

Quando eu era criança, toda esquisita e desengonçada, sonhava com duas coisas, igualmente imprescindíveis: ser paquita e ter um melhor amigo gay estilista. Felizmente eu cresci e minhas ambições se tornaram um pouquinho mais sofisticadas do que ser uma babá loira que veste uniforme de banda militar. Mas não posso negar que ainda me resta uma fagulha daquele outro sonho, o do amigo estilista.

Na minha adolescência, fiquei obcecada pelos filmes da Audrey Hepburn. Eu queria ser como ela. Bonita, moderna, estilosa, fazendo bom uso da altura – única coisa que tínhamos em comum, além do pé gigante. Obviamente, meus óculos enormes, meu aparelho fixo e meu cabelo de gambá morto não ajudavam muito no processo. E numa idade em que a maioria das garotas sonhavam com um príncipe – não encantado, mas encarnado no corpo do Leonardo DiCaprio –, tudo o que eu queria era meu próprio Givenchy, estilista genial e amigo íntimo da Audrey. E em vez do cavalo branco, eu sonhava com uma arara enorme, cheia de roupas incríveis, todas feitas sob medida para mim.
Quando entrei para a faculdade de Comunicação Social, subitamente, quase todos os meus amigos eram gays. Infelizmente, nenhum deles era um estilista talentoso em busca de uma musa. Acredite, eu procurei. Mas, ainda assim, em pouco tempo, ter amigos gays ou amigos héteros passou a não fazer a menor diferença para mim.
Sinceramente, acho que já foi o tempo em que ter um melhor amigo gay tornava uma mulher heterossexual mais legal e descolada. Essa lógica chega a ser preconceituosa, se levarmos em consideração o panorama politicamente correto em que fingimos viver atualmente. Digo fingimos porque a aceitação dos gays pela sociedade me parece, por vezes, bastante hipócrita.
Tomemos como exemplo o maior ícone gay de todos os tempos deste semestre, o Crô da novela Fina Estampa. Uma espécie de mucama e esparro, que vivia para servir às extravagâncias de sua – eu cito – Rainha do Nilo. Não me entendam mal, acho as cenas ótimas e é inegável que o personagem tinha carisma e, por isso mesmo, caiu nas graças do povo. O que me preocupa nesse caso não é a aceitação de um personagem gay pelo público, e sim a forma como esse personagem precisou ser retratado para ser aceito.
Mas eu entendo de onde vem toda essa mitologia acerca do melhor amigo gay. Ela foi tão propagada no cinema e na TV quanto a ideia de que existe uma pessoa certa para cada um de nós e que, após uma série de peripécias e mal entendidos, os dois vão perceber que foram feitos um para outro, como num filme da Meg Ryan ou da Julia Roberts. Aliás, alguém conhece alguma boa comédia romântica gay? Opa, romântica-gay não soa bem. Rola um cacófato. Homocomédia romântica, então. Existe?
Enfim, a questão é que boa parte das comédias românticas que eu assistia na minha adolescência de óculos, aparelho e péssimos cortes de cabelo envolvia um melhor amigo gay, legal e descolado. De cara, posso citar o estilosérrimo Rupert Everett em O Casamento do meu Melhor Amigo. Dono de uma fineza única, o “amigo gay” da Julia Roberts a ajudava na difícil tarefa de reconquistar um ex que estava prestes a se casar com a chatinha e sem sal da personagem interpretada pela Cameron Diaz.
Assisti a esse filme tantas vezes que sei algumas falas de cor. Dentre as várias cenas memoráveis desse clássico está a parte em que o Rupert Everett finge ser o noivo da Julia Roberts – sim, porque esse é outro ponto crucial da mitologia do melhor amigo gay: fingir que é o namorado da mocinha hétero nos momentos de desespero. Eu mesma já tentei essa manobra e, sejamos francos, na prática não funciona. Mas não funciona mesmo. Especialmente quando os dois enchem a cara e acabam flertando com o mesmo sujeito, sem saber qual é a preferência dele.
Só que, na tentativa de parecer um homem heterossexual, o elegante Rupert Everett dá início a uma sequência hilária de desmunhecadas, que desencadeia naquilo que, para mim, é a apoteose da história do cinema dos melhores amigos gays. Uma mesa inteira cantando Say a Little Prayer, da Dionne Warwick. E depois todo o restaurante. Meus olhos brilham só de lembrar. Se eu não fosse hétero, eu seria muito gay.
Na TV gringa não faltam casos que corroboram essa mitologia. A minha preferida é Will and Grace – mais um exemplo de melhor amigo gay bonitão e estiloso. É como se andar com um cara com o Will fizesse de você uma pessoa melhor que as outras. É quase como se você ganhasse um certificado de aprovação do grupo mais seleto e crítico de todos. Você passa a fazer parte de um clube exclusivo de pessoas que entendem das coisas.
E, não é por nada não, mas tem muito gay por aí que incorporou o estereótipo do “eu sou melhor que você”. É o que eu costumo chamar de gayxorcismo. Os gayxorcistas são pessoas que se utilizam deliberadamente de todos os clichês que regem a mitologia dos gays, incluindo o amplo conhecimento em roupas, cabelo, maquiagem, sapatos, gosto musical, gosto para filmes e vocabulário. Aliás, destaque para o vocabulário. Os gayxorcistas adoram encaixar expressões em inglês no meio das frases, do nada. Tipo “no waaay ela fez isso”. Ou “eu não gosto dessa baranga at all”.
De certa forma, isso até inverte um pouco os papéis, colocando todo mundo em função dos gostos e vontades de um seleto homogrupo de pessoas – hellooo indústria da moda –, mas também reafirma todos os estereótipos que a comunidade gay tanto luta para derrubar. A mitologia do melhor amigo gay é ao mesmo tempo uma inversão do preconceito e a propagação desse mesmo preconceito.
Mas não vou me isentar do clichê da mulher moderninha com seu melhor amigo gay. Quem assiste à minha série, Adorável Psicose, sabe que um dos personagens é o – pam pam pammm – meu melhor amigo gay. Que é baseado em uma pessoa real que é o – pam pam pammm – meu melhor amigo gay. Muito embora, eu costume me referir a ele somente como meu melhor amigo. Sem o gay.
Chamar um amigo que vem a ser gay de “amigo gay” é como sair por aí apresentando um amigo negro como “meu amigo negro”. Ou apresentar uma amiga japonesa como “minha amiga asiática”. É de um preconceito indescritível. Porque parte da premissa de que ser amiga de uma dita minoria torna a pessoa mais cool. E eu uso “dita minoria” pois, convenhamos, ao menos por onde eu circulo, os gays não são nem de longe o menor grupo.
De todo modo, a mulher hétero que sai por aí chamando um amigo gay de “meu amigo gay” é qualquer coisa, menos amiga dele. Pelo contrário, dizer isso faz a pessoa soar como um acessório. Mais ou menos assim: “eu nunca saio de casa sem minha make básica, minha itbag, meus sapatos da estação e meu melhor amigo gay.” Nada mais cafona e fora de moda. Como diria um gayxorcista, “suuuper 1996”.
Seja como for, nada no mundo vai me impedir de continuar sonhando com meu Givenchy. E quando nos encontrarmos, vai ser como nas comédias românticas que eu assistia na adolescência. Nós vamos ser perfeitos um para o outro. E eu serei feliz para sempre com minha arara cheia de roupas feitas sob medida para mim.

13 abril 2013

Feliciano: Caetano vendeu um milhão de cópias porque Mãe Menininha, possuída, o abençoou

Feliciano: Caetano vendeu um milhão de cópias porque Mãe Menininha, possuída, o abençoou
Depois de Caetano Veloso ter se posicionado publicamente (leia aqui) contra as colocações do deputado pastor Marco Feliciano (PSC) acerca dos homossexuais e negros, eis que agora surge a réplica. Em culto realizado recentemente, Feliciano afirmou aos fiéis que o cantor baiano, para vender mais de um milhão de cópias do CD "Prenda Minha Ao Vivo" (1998), cujo grande sucesso foi a canção “Sozinho”, teve que ser abençoado por Mãe Menininha, que segundo ele “estava possuída pelos orixás”. Segundo Feliciano, quando foram questionar Caetano o sucesso da música, que não obteve – ainda de acordo com o pastor - tanta repercussão nas vozes de Tim Maia e Sandra de Sá, Caetano teria afirmado: “Meu segredo é Mãe Menininha do Patuá (sic). Antes de mandar qualquer musica pra rádio, pro Brasil eu mando pra ela, eu canto pra ela. E ela possuída pelos orixás diz assim: pode gravar que eu abençoo”.

Paula Lavigne, ex-mulher e produtora de Caetano, alertou em sua conta oficial no Twitter: “Quem ñ viu veja o Infeliciano falando de @falacaetano : um parlametar?????? Q vergonha desse Brasil q ñ é o nosso!”. Confira abaixo o vídeo na íntegra:

  


Fonte: http://www.bahianoticias.com.br

13 de abril é o "Dia do Beijo" - Beijar é melhor forma de materializar um sentimento.

Gelsienny Terra

Repórter do Momento Verdadeiro.
13 de abril é o "Dia do Beijo". O beijo é a forma de materializar um sentimento carinhoso que pode ser: maternal,  paternal, fraternal, romântico...enfim ele (o beijo) pode expressar várias coisas. 



Há rumores que a data foi criada por causa de um italiano, chamado Enrique Porchelo. Dizem que o homem beijava todas as mulheres que encontrava, casadas ou não. Na história também há um padre da localidade que ofereceu um prêmio em moedas de ouro às mulheres que não haviam sido beijadas pelo “beijoqueiro”, mas nenhuma apareceu e o tesouro está escondido em algum lugar da Itália até hoje.



O beijo é sinônimo de intimidade. Em um relacionamento amoroso, ele é faísca capaz de incendiar o corpo inteiro. 



Mas também tem outro fator, o fisiológico, já que segundo especialistas um único beijo movimenta 29 músculos: 12 dos lábios e 17 da língua. As pulsações cardíacas dobram, saltando de 70 para 140 por minuto e, conforme a intensidade, é capaz de queimar de 3 a 12 calorias.



Seja lá como for -- o beijo sincero --sempre será bem vindo!
Feliz Dia do Beijo! 


Fonte http://www.momentoverdadeiro.com

12 abril 2013

Estampas femininas

Se você não é um adepto dos ambientes monocromáticos, tecidos neutros e visuais simples, deve apostar em estampas que conseguem destacar e dar vida às composições. Este é um recurso simples que permite inúmeras combinações e possibilidades. Veja algumas ideias e inspirações!
 
Jarra usada como vaso. Estampa poá e estampa xadrez.

Junto e misturado
Troque as capas de almofadas e você perceberá a grande diferença que isso pode fazer em uma decoração! O xadrez, que é inspirado nos tecidos da Escócia, foi usado para revestir o sofá, servindo como base dominante para receber as outras propostas: a estampa listrada e a poá, duas alternativas que nunca saem de moda.


Florais
Com a técnica patchwork, esta roupa de cama sugere duas coisas: singularidade e romantismo. Os florais são opções clássicas aos que querem transmitir uma personalidade feminina e delicada. O melhor de tudo é que existe uma infinidade de padrões à disposição no mercado. 

Crie diálogos
As estampas diferentes podem se comunicar através das tonalidades. Aqui o vaso de poá dialoga com a almofada xadrez de forma harmônica. Uma curiosidade: as origens da poá não são precisas. Alguns creem que há alguma conexão com a polca, dança polonesa. Outros afirmam que a inovação apareceu primeiramente no figurino da Minnie Mouse, personagem da Disney. A estampa também é conhecida pelos nomes petit-pois ou polka dots.

Soltar a imaginação
Cores fortes têm lugar garantido aos que procuram por uma aparência eclética e vibrante que realce o cômodo. Inspire-se neste conjunto de almofadas e colcha para procurar boas ideias: estampas femininas, zigue-zague e listras (regulares ou não). A regra é fugir das regras e soltar a imaginação. Fonte http://www.westwing.com.br

McDonald's troca receita de hambúrguer após denúncia de chef

Jamie Oliver denuncia uso de hidróxido de amônio nos EUA
Jamie Oliver denuncia uso de hidróxido de amônio nos EUA
Foto: Getty Images
 
 Após o chefe de cozinha e ativista Jamie Oliver descobrir - e divulgar em seu programa de TV - que a rede McDonald's utiliza hidróxido de amônio para converter sobras de carne gordurosas em recheio para seus hambúrgueres nos Estados Unidos, a marca anunciou que mudará a receita, segundo informações do jornal Mail Online. "Estamos comendo um produto que deveria ser vendido como a carne mais barata para cachorros e, após esse processo, dão o produto para humanos", disse Oliver. "Por que qualquer ser humano sensato colocaria carne com amônio na boca de suas crianças?", questiona. O processo de conversão da carne é feito por uma empresa chamada Beef Products Inc (BPI), segundo o jornal. O veículo afirma ainda que esse processo nunca foi utilizado no Reino Unido, nem na Irlanda - que utilizam a carne de produtores locais. O McDonald's negou que tenha sito forçado a trocar sua receita por causa da campanha de Oliver. O jornal diz ainda que outras duas redes de comida rápida, Burguer King e Taco Bell, já tinham sido pressionadas e removeram o hidróxido de amônio de suas receitas.Na América Latina, a Arcos Dorados, empresa que opera a marca em toda a região, informa que "o aditivo em questão não é e nunca foi utilizado como ingrediente em qualquer processo da cadeia produtiva da marca". A companhia acrescenta que os hambúrgueres são preparados com 100% de carne bovina e que toda a produção é validada pelas autoridades regulatórias locais.
 
Foto: GENTE VOCÊS PRECISAM LER DE VERDADE! COMPARTILHEM!

Após o chefe de cozinha e ativista Jamie Oliver descobrir - e divulgar em seu programa de TV - que a rede McDonald's utiliza hidróxido de amônio para converter sobras de carne gordurosas em recheio para seus hambúrgueres nos Estados Unidos, a marca anunciou que mudará a receita, segundo informações do jornal Mail Online. "Estamos comendo um produto que deveria ser vendido como a carne mais barata para cachorros e, após esse processo, dão o produto para humanos", disse Oliver. "Por que qualquer ser humano sensato colocaria carne com amônio na boca de suas crianças?", questiona.

SIGNIFICADO DE HIDRÓXIDO DE AMÔNIO

O hidróxido de amônio, de fórmula química NH4OH é uma base solúvel e fraca, só existe em solução aquosa quando faz-se o borbulhamento de amônia (NH3) em água.

Hidróxido de Amônio não é considerado cancerígeno pela OSHA.

Resumo de riscos: Nocivo quando ingerido, inalado e absorvido pela pele. Extremamente irritante para mucosas, sistema respiratório superior, olhos e pele.

Efeitos agudos: A inalação pode causar dificuldades na vítima como consequência: espasmos, inflamação e edema de garganta, pneumonia química e edema pulmonar.

Efeitos crônicos: A exposição repetida ao produto pode causar tosse, respiração ruidosa e ofegante, laringite, dor de cabeça, náusea, vômito e dor abdominal.

Jamie Oliver denunciou uso de hidróxido de amônio pela rede McDonald's para converter sobras de carne gordurosas em recheio para seus hambúrgueres nos Estados Unidos. A empresa anunciou que vai mudar sua receita de hambúrguer. [3]

Órgãos afetados: Estômago e pulmões.
Fonte Terra
Todos os direitos de reprodução e representação reservados.

11 abril 2013

Modelo de 56 anos é sucesso nas redes sociais. Descobrimos quem é ela!


“Que linda! Quem é ela?” . Essa era a reação de todos quando viam a foto acima em diversos compartilhamentos do Facebook ao longo da semana. Glamurama foi atrás para saber quem é essa mulher de longos cabelos brancos. Nome? Yasmina Rossi. Idade? 56. Nacionalidade? Francesa radicada em Miami. Profissão? Modelo.
Yasmina, que trabalha – e muito – estampando peças publicitárias ao redor do mundo, só vem provar que as mulheres maduras estão mais em alta do que nunca. Adepta de uma vida natural, ela tem como segredos de beleza apenas uma alimentação saudável, usar óleo de semente de canola nos cabelos e na pele e, pasmem, não exagerar nos exercícios. Anotou?

Fonte http://glamurama.uol.com.br/

10 abril 2013

Gisele Bündchen, a mais nova adepta do Instagram


E em sua 1ª foto, Gisele aparece coberta só com a bandeira do Brasil           


A linda  TOP brasileira e mais rica do mundo, Gisele Bündchen, estreou no Instagram hoje (dia 8, segunda-feira). A foto escolhida para abrir os trabalhos de @giseleofficial? Ela enrolada na bandeira do Brasil!
“Bem-vindo ao meu Instagram oficial! Fotografando no meu amado país!”, escreveu na legenda da página, que, em poucas horas, já tem quase 8 mil seguidores. Fonte:http://papelpop.com

BOATE KISS. Sobrevivente relata o caso em Curitiba

Jonathan Campos/ Gazeta do Povo / Jéssica e Bruno namoravam havia 5 anos. Ele não sobreviveu
Jéssica e Bruno namoravam havia 5 anos. Ele não sobreviveu

Por FERNANDA TRISOTTO/gazetadopovo
Ao ver fotos recentes das amigas no Facebook, Jéssica Duarte da Rosa, 20 anos, se surpreendeu. Elas estavam, recentemente, em uma das boates que o grupo nunca frequentava em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, porque consideravam um lugar “chinelo”. Como o local costumava lotar, porque liberava a entrada sem cobrança até um determinado horário, elas, até então, preferiam ir a outros bares e casas noturnas. Uma delas era a Kiss, palco de um incêndio em janeiro que vitimou 241 pessoas.
Jéssica estava na boate no dia da tragédia. Passou um mês no hospital, se recuperando da intoxicação pela fumaça e das queimaduras. Perdeu amigos e o namorado, com quem estava havia cinco anos. Ela sobreviveu, e viu que os lugares mais badalados, bonitos e sofisticados da cidade universitária acabaram fechados por não respeitarem todas as condições necessárias de segurança. Jéssica vai contar a sua experiência no Papo Universitário de hoje, que discute o tema “Balada Segura”.
Jéssica participa hoje do Papo Universitário, no Teatro Paiol. Ela perdeu o namorado na tragédia e teve 45% do corpo queimado
Tragédia
Jovem não iria ligar para o pai porque achava que a situação não era grave
Na noite da tragédia da boate Kiss, Jéssica Duarte da Rosa, 20 anos, e seu namorado, Bruno Portella Fricks, não iam sair. Ela já tinha até ligado para pedir a bênção aos pais, mas o casal mudou de ideia e resolveu ir a um barzinho. Sem conseguir entrar, foram para a Kiss. Entraram às 2 horas. Pouco mais de uma hora depois, o fogo tomou conta do local.
Os dois saíam do banheiro quando viram um tumulto e acreditaram ser uma briga. De mãos dadas com a namorada, Bruno foi abrindo espaço. Só então os dois perceberam o fogo e a fumaça, que atrapalhava a respiração. A bagunça fez os dois se separarem. Ela perdeu os sapatos e foi carregada por alguém. Apagou. Acordou do lado de fora, com um bombeiro batendo em seu rosto para ver se ainda estava viva.
Outro apagão. Acordou no hospital. “Só enxergava vultos. Arranquei tudo e comecei a perguntar pelo Bruno. Só me disseram que ele não estava lá”, conta. Nos corredores, médicos e enfermeiros correndo. Com o ce­lular de uma enfermeira, ligou para a sogra, em Santa Maria, para contar o ocorrido. “Não ia ligar para meu pai porque achei que não era muita coisa o que eu estava passando. Quan­do duas meninas passaram por mim e choraram, percebi que era ruim.”
Às 4h35, ligou para o pai, que há três anos mora com sua mãe e seu irmão em Colombo, transferido para uma filial da empre­sa na qual trabalha. A enfermeira tomou o telefone e o alertou que a situação não era boa. Claudio Forgiarini acal­­mou a filha e telefonou para um sobrinho em Porto Alegre. Ele pediu a um médico conhecido de Santa Maria que fosse ver Jéssica.
No corredor, em meio ao caos, Jéssica se levantou da maca e enxergou o médico, que havia visto apenas uma vez em uma festa de família na praia. “Ele tirou meus anéis, brincos, piercing e o vestido. Depois, não lembro de mais nada”, diz. Ele prestou toda assistência e percebeu a dificuldade da menina em respirar. Mandou entubá-la e salvou sua vida.

No encontro, serão discutidos aspectos de conforto e fiscalização nas casas noturnas, a relação dos baladeiros com os profissionais de segurança e o consumo de álcool nos estabelecimentos. “Muitos me condenaram, dizendo que eu tinha de ter cuidado com o local onde pisava. A boate estava aberta, todo mundo ia, era linda e o atendimento era bom. Nunca poderia imaginar que isso aconteceria”, diz ela, que quer contar sua história para que esse tipo de episódio não se repita.
A jovem, que estudava administração na Universidade Federal de Santa Maria, abandonou o curso e veio morar com os pais em Colombo, na região metropolitana de Curitiba.
Nesta edição do Papo, os universitários vão participar da conversa com o promoter e baladeiro Celso Ferreira; o empresário e diretor comercial do grupo Wood’s, Fabrício Maggi; a professora e radialista Luciana Worms; e o major Olavo Vianei Nunes, coordenador da Ação Integrada de Fiscalização Urbana (Aifu), responsável por vistoriar os bares e as casas noturnas de Curitiba.
Mudança
É inegável que a tragédia da boate Kiss mexeu com os brasileiros. Depois do incêndio, prefeituras de todo o país intensificaram a fiscalização a bares, restaurantes e casas noturnas, o que resultou no fechamento de vários estabelecimentos em cidades grandes e pequenas. No Paraná, dezenas de casas noturnas baixaram as portas e as ações integradas de fiscalização continuam ocorrendo.
Na Kiss, o fogo começou durante a apresentação da banda Gurizada Fandangueira, que usou artefatos pirotécnicos no palco, na madrugada de 27 de janeiro. A chama se alastrou pela espuma que fazia o isolamento acústico da casa e não era adequada para essa função. A superlotação da boate e a falta de saídas de emergência fizeram com que dezenas de jovens morressem intoxicados pela fumaça. Outras dezenas de pessoas foram internadas em hospitais para tratar da intoxicação e das queimaduras. Nem todos resistiram.
Na última semana, o Mi­­nistério Público do Rio Grande do Sul finalizou seu inquérito e apresentou a denúncia à Justiça, que aceitou o pedido. Oito pessoas foram acusadas criminalmente: dois sócios da casa noturna e dois integrantes da banda foram denunciados por homicídio doloso qualificado e 636 tentativas de homicídio. As outras denúncias criminais foram por fraude processual (2) e falso testemunho (2).
Uma nova vida
Jéssica e Bruno não voltaram a se encontrar. Os dois foram socorridos e levados para o hospital em Santa Maria e logo foram transferidos para outras unidades médicas em Porto Alegre. Bruno lutou, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no dia dois de fevereiro, quando o casal comemoraria cinco anos de namoro. O jovem era formado em administração e trabalhava na América Latina Logística (ALL).
Quando Bruno morreu, Jéssica ainda estava na UTI. O incêndio causou queimaduras em 45% do corpo da jovem, principalmente no lado direito. Ela passou por raspagens e enxertos de pele e ficou um mês no hospital. Só na UTI do Hospital Cristo Redentor foram dez dias. O último, 17 de fevereiro, era o aniversário de um ano do irmão, Guilherme. O pequeno pode visitá-la e ganhou uma festinha na UTI. Depois da injeção de ânimo, os pais e médicos contaram a Jéssica que ela havia perdido o namorado. “Eu não acreditava, achava que ele estava em Santa Maria. Chorei muito e logo fui dopada”, lembra.
No dia seguinte, no quarto, ela iniciou uma luta para sair logo do hospital e voltar para casa. Oito quilos mais magra e com pernas, braços e costas muito sensíveis por causa das queimaduras, Jéssica não tinha força para andar e ela só seria liberada quando caminhasse e não sentisse dor. Ela começou uma fisioterapia e sonhava em sair antes do fim do mês, como foi prometido por um médico, mas um novo enxerto adiaria sua recuperação: os exercícios de fisioterapia foram suspensos.
Determinada, ela decidiu que sairia no dia 25 de fevereiro, como lhe garantiram. Primeiro, deu alguns passo entre a poltrona e a cama. Num sábado a noite, queria ir ao banheiro, e não usar a comadre. Pediu ajuda a enfermeira. “Disse que ou ela me ajudava a andar, ou eu iria cair da cama e a culpa seria dela. Ela chamou uma colega e eu consegui ir sozinha”, diz. Umbandista, a família acredita que havia uma força maior responsável pela recuperação rápida da filha, que tem muita fé em Iemanjá.
E ela conseguiu: ganhou alta no dia que queria e ainda saiu andando do hospital. O curso que fazia em Santa Maria, Administração, foi abandonado definitivamente, já que ela cogitava mudar o rumo da carreira. Agora, morando em Colombo, Jéssica se dedica à fisioterapia e assim que voltar a escrever, quer frequentar um curso pré-vestibular. Ela ainda não tem certeza de que carreira seguir, mas será ligada à saúde, para trabalhar em hospitais ajudando os outros.
Nesta semana, ela volta ao Rio Grande do Sul para receber uma malha, que ajudará no tratamento das queimaduras. Em Santa Maria, só deve ir em junho, para participar do dia de vigília pelo namorado. "Ainda não acredito que ele morreu. Preciso sentir isso", diz.


09 abril 2013

O rato na Coca-Cola, a greve de fome e outras bicharadas...


Em 2013...
 "Só paro quando falar com o Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo"
*março/2013 _ “Só paro quando falar com o Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo”

O cidadão fotocopiou o processo que moveu contra a Coca-Cola por ter tomado o refrigerante com pedaços de rato e colou as páginas na calçada.

Ele montou painéis explicando que o fato acabou com sua saúde. Fez uma faixa com os dizeres “GREVE DE FOME” e se acorrentou numa árvore em frente ao Fórum João Mendes Júnior no centro de São Paulo. Eu não sou jornalista e nem quero ser, tanto é que só agora percebi que não anotei o nome e nem que doenças ele contraiu.

O que me chamou a atenção não é o mérito da questão e ver quem está com a razão, mas a determinação em levar a causa até às últimas consequências.

Como brasileiros temos a cultura de achar que quem luta por seus direitos é um “chato”.

Enquanto muitos de nós dão um boi para não entrar numa briga, o cidadão está dando uma boiada inteira, arriscando a sua vida e sendo “chato” para reclamar dos seus direitos.

Brasileiras e Brasileiros: Sejamos mais “CHATOS” em nome da pátria!!!
(Fonte http://geracaox2.com.br)

by Marreco Bill – Se refrigerante já faz mal à saúde, imagine refrigerante com rato…


 

Mulher diz ter encontrado bicho na lata de Coca-Cola.*09/04/2013



Fabricante descarta essa possibilidade mas consumidora alega ter encontrado bicho no fundo da lata  
Uma moradora de Santos, no litoral de São Paulo, alega ter encontrado uma espécie de bicho dentro de uma lata de 350ml do refrigerante Coca-Cola no último sábado (6). A mulher percebeu que algo estava errado quando virou a latinha no copo e o líquido não saiu. Pouco depois, ao esvaziar a lata, notou o corpo estranho no fundo do recipiente. A fabricante do refrigerante afasta a possibilidade desse tipo de incidente.
Ana Aloe Urnikes, de 71 anos, comprou uma embalagem com 12 latas de 350ml do refrigerante em um supermercado na Avenida Conselheiro Nébias, em Santos. No sábado, ela abriu uma das latinhas e ao tentar colocar o líquido no copo percebeu que algo obstruía a passagem do refrigerante. Ela chacoalhou a latinha e tentou de novo mas, nesse momento, se assustou quando viu sair uma substância gelatinosa da embalagem. Ela insistiu mais um pouco e consegiu esvaziar a lata. Foi quando percebeu algo estranho no fundo do recipiente. Fonte http://www.bemparana.com.br (foto: Isabella Urnikes/Arquivo Pessoal).

Leia mais AQUI 

Em 2012...

Uma simples ação de tomar um refrigerante e saciar a sede se tornou um pesadelo para um jovem consumidor baiano. Dia de sol, hora do almoço e uma coca-cola para acompanhar. "Sempre fui viciado em Coca. Mas, desta vez fiquei enjoado", relatou à equipe do Bocão News o produtor artístico de 19 anos, Diogo Teixeira.
 

Segundo Diogo, ele foi almoçar no mesmo restaurante em que já é acostumado a ir, próximo ao trabalho e, mantendo a rotina, pediu uma Coca em lata. "A garçonete me entregou a lata fechada. Sentei e quando fui abrir para colocar no copo, o susto", contou. De acordo com o produtor, uma espécie de verme saiu da lata à medida em que o refrigerante era derramado no copo. "Foi horrível. Não quero mais beber refrigerante em lata. Fiquei enjoado e na mesma hora joguei o verme na pia do restaurante", disse.
 
Logo em seguida, Diogo  - que fez registro de fotos do ocorrido - entrou em contato com SAC da Coca Cola pelo número 0800-565656. Ainda segundo o denunciante, o problema foi relatado a um atendente e o protocolo de número 239952 foi gerado. "Em 24 horas eles me deram retorno e disseram que nesta quinta-feira (7) um representante irá me procurar e analisar a lata, que guardei comigo", afirmou.

A Coca Cola
 
A equipe de reportagem do Bocão News entrou em contato com a assessoria da Coca Cola e enviou toda a denúncia, além das fotos. Até o fechamento desta matéria a Coca Cola não havia enviado nota, mas adiantou no contato telefônico que "são casos raros e que é difícil que este animal tenha entrado na lata no processo de produção". À assessoria, a redação do Bocão News ressaltou as seguintes questões: Há outros casos antes registrados pela empresa? De que forma este 'verme' pode ter entrado na lata? Como o consumidor deve proceder nestes casos?. Até o momento não obtivemos resposta.
 
Para Diogo Teixeira, o importante "é que isso não aconteça com mais ninguém. Imagine se eu tivesse bebido de canudo? Este verme poderia aparecer na lata de uma Coca de uma pequena lanchonete ou mesmo, em um restaurante chique. Hoje me preocupo com o que os refrigerantes em lata reservam para a gente", concluiu. (Originalmente publicada no dia 06 de junho de 2012, às 17h53 Fonte http://www.seligabocao.com)

KELLY MODELS MAGAZINE

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