Blog internacional dedicado à produção cultural, moda, música, arte, mediação cultural e jurídica, além da valorização das identidades afro-brasileiras, promovendo conexões culturais entre Brasil e França
31 janeiro 2013
29 janeiro 2013
28 janeiro 2013
Considerações filosóficas e literárias sobre a morte
A morte
Algo em que todas as pessoas crêem, sem exceção, é a
morte! Cada uma está convicta de sua chegada. Esse é um dos poucos fatos
sobre o qual não reina qualquer controvérsia e qualquer ignorância.
Muito embora todos os seres humanos contem, desde a infância, com o fato
de ter de morrer um dia, a maioria, no entanto, sempre procura afastar
tal pensamento. Muitos até se enfurecem, quando alguma vez se fala disso
em sua presença. Outros, por sua vez, evitam cuidadosamente visitar
cemitérios, desviam-se de enterros e procuram o mais depressa possível
desfazer novamente qualquer impressão, se porventura uma vez encontram
um féretro na rua. Nessa oportunidade, oprime-os sempre um medo secreto
de que um dia poderiam ser repentinamente surpreendidos pela morte. Medo
indefinido impede-os de se aproximarem com pensamentos sérios desse
fato inamovível.
Certamente não existe nenhum outro acontecimento que, apesar de sua inevitabilidade, seja sempre de novo posto tão de lado, em pensamento, como a morte. Mas também certamente nenhum acontecimento tão importante existe na vida terrena, a não ser o nascimento. É, contudo, notório que o ser humano queira ocupar-se tão pouco exatamente com o começo e o fim de sua existência terrena, ao passo que a todos os outros acontecimentos, mesmo às coisas de importância totalmente secundária, procure emprestar significação profunda. Investiga e perscruta todos os episódios intermediários com mais afinco do que aquilo que lhe daria esclarecimento de tudo: o começo e o fim de sua peregrinação terrena. Morte e nascimento são tão estreitamente ligados, porque um é conseqüência do outro.
Fonte: Na Luz da Verdade Mensagem do Graal de Abdrushin
http://www.br.abdrushin.name
Há quem torça o nariz para a morte e
para tudo o que a lembre: funeral, cemitério, velório, caixão, etc. Pra
mim isso só tem um nome: frescura! Existe burrice maior do que viver
como se nunca fosse morrer? A respeito desse tipo humano que prefere
ignorar seu destino, Machado de Assis ironiza: 'O homem tem uma grande
vantagem sobre o resto do universo: sabe que morre, ao passo que o
universo ignora-o absolutamente” (Memórias Póstumas de Brás Cubas).
Hoje é o dia consagrado àqueles que passaram desta pra... Melhor?
Como sabemos que é melhor? Não sabemos. Supomos. Esta suposição
baseia-se num tema bastante recorrente na literatura: a fuga ou negação
da realidade. Quando nego minha realidade, eu me refugio nalgum ponto
imaginário ou da memória. Este ponto se supõe sempre melhor que a
realidade. Vem daí a concepção de que uma suposta realidade posterior à
morte seja melhor que a realidade vivida aqui, e há quem leve esta
lógica ao pé da letra. Mas, surpreendidos pela morte de alguém que
amamos, podemos empreender um movimento em direção à memória que não é
necessariamente uma fuga, mas traz consolo e conforto para a alma dos
que ainda ficam aqui, vislumbrando este horizonte de vaidades e ilusões.
É aí que entra a importância deste dia.
O dia de finados é a celebração da memória daqueles que um dia
estiveram, física e de diversos outros modos, em nossas histórias de
vida; pessoas que conviveram conosco, que partilharam de nosso lugar no
tempo e no espaço e de quem herdamos um pouco do que somos. Lembrar-se
deles é recordar o passado e imprimir, já no presente, um futuro movido
por estes laços de afeto.
Mas antes de falarmos da morte na literatura, convém ressaltar, a
título de curiosidade, que esta é uma data do calendário cristão, embora
a tradição de recordar os mortos seja bastante anterior à cultura
judaico-cristã. Na Bíblia temos registros da visitação aos mortos entre
os judeus. Foi visitando o santo sepulcro que descobriram Jesus
ressuscitado. Olha aí a visitação às necrópoles como signo da
ressurreição. Quem evita ir a cemitérios, evita uma consciência
essencial para a vida em plenitude: a consciência da finitude de nosso
corpo, de nosso tempo neste espaço e da urgência em “amar as pessoas,
como se não houvesse amanhã, porque, se você parar pra pensar, na
verdade não há”. Afinal, o que é o amanhã diante da certeza de que
podemos ser surpreendidos pela morte a qualquer momento?
Os primeiros cristãos visitavam os túmulos dos mártires, para rezar
pelos que tinham morrido sem martírio. No século IV, a Igreja já
celebrava missa pelos mortos e, desde o século XIII, passou a dedicar um
dia do calendário litúrgico, para rezar por todos os mortos. O dia 2 de
novembro foi a data escolhida, porque no 1º dia deste mês celebram-se
todos os santos na Igreja Católica. Afinal, santo não é somente o
canonizado pelo papa, mas sim todos os que morrem em estado de graça ou,
como dizem nossos irmãos protestantes, morrem no Senhor. O dia 2 de
novembro é dedicado, portanto, a todos os mortos que não são lembrados
na oração, santos ou não.
As crendices populares também “canonizam” santos, espíritos a quem
se atribuem milagres, como é o caso de Severa Romana e Doutor Camilo
Salgado, além de Josephina Conte, a lendária moça do táxi,
conhecidíssima aqui em Belém, graças à literatura oral.
Independentemente da fé ou da incredulidade humana, o fato é que a
morte como mistério suprarracional, como fim ou como estágio transitório
entre mundos, é um tema fascinante e matéria-prima não apenas de
especulações filosóficas ou de estudos científicos, mas também da
literatura. É, portanto, um tema que ultrapassa os campos da religião.
Na Ilíada, de Homero, a morte é o recurso para a imortalidade, no
sentido de que o herói literário era aquele que arriscava sua vida em
combate. Se viesse a morrer, ficaria imortalizado na memória das
gerações posteriores. A morte como consequência ou símbolo da coragem
manteve-se como motivação temática até hoje, desde os poetas elegíacos.
Na Odisseia, Aquiles lamenta a brevidade da vida. Na literatura grega,
parece prevalecer a adversidade entre a vida, que é boa, e o fato de
deixarmos de existir pela morte. (Eurípides, Alceste, 692-693 – Feres:
“Na verdade, considero longo o tempo que se está debaixo da terra; a
vida é curta, mas, no entanto, doce.”).
Esta concepção que os gregos tinham da morte, em especial os do
período helenístico, tem muito a ver com o que nós hoje pensamos a
respeito. Foi nas Aulas de Literatura (assim mesmo, com iniciais
maiúsculas) de minhas queridíssimas Juruema Bastos e Socorro Simões, no
Curso de Letras da UFPA, que eu aprendi a reverenciar a morte como um
fato inevitável, como certeza absoluta, como mistério e como uma
motivação para valorizar a vida, através do que seria sua mais excelente
antítese paradoxal (Eurípides, Suplicantes, 775-777 – Adrasto: “Este
bem é o único, para os mortais, que, uma vez perdido, não é possível
retomar – a vida humana. Existem meios para alcançar as riquezas”).
As concepções da finitude da vida na matéria orgânica, que no século
XVIII tanto influenciaram os poetas árcades a pregarem em suas poesias o
princípio hedonista do Carpe Diem, estão presentes em Epicuro, Carta a
Meneceu (D.L. X. 124): “Todo o bem e todo o mal residem na sensação; ora
a morte é a privação da sensação”. Também na Carta a Heródoto (D.L. X.
125): “A morte nada é para nós, pois quando nós existimos, ela não está
presente; quando ela está presente, então já não existimos”.
De acordo com esta concepção, a vida acaba com a morte ou, com o
perdão do trocadilho, a morte acaba com a vida. Deixamos de existir com o
fim da vida orgânica de nosso corpo. Por isso devemos valorizar nosso
lugar no tempo e no espaço, pois um dia deixaremos de existir, ao menos
fisicamente.
Mas voltando a falar da reverência aos mortos, eu acredito que o
pensamento, na ausência da possibilidade de sua verbalização por meio da
linguagem facultada pela vida orgânica, é por si mesmo a forma mais
excelente de comunicação com o mundo espiritual. Pensamos, lembramos, e
logo a lembrança traz o outro do jeito que ele agora pode vir. Isso pode
ser um devaneio, para quem está acostumado a um raciocínio cartesiano e
materialista. Mas se o amor fosse condicionado à matéria orgânica, à
possibilidade de uma porção limitada de matéria ocupar lugar na dimensão
espaço-temporal, não seria amor. “O amor é o fogo que arde sem se ver” –
diria Camões, que também conhecia essa forma de comunicação com os
mortos:
Alma minha gentil, que te partiste
Tão cedo desta vida descontente,
Repousa lá no Céu eternamente,
E viva eu cá na terra sempre triste.
Tão cedo desta vida descontente,
Repousa lá no Céu eternamente,
E viva eu cá na terra sempre triste.
Se lá no assento etéreo, onde subiste,
Memória desta vida se consente,
Não te esqueças daquele amor ardente
Que já nos olhos meus tão puro viste.
Memória desta vida se consente,
Não te esqueças daquele amor ardente
Que já nos olhos meus tão puro viste.
E se vires que pode merecer-te
Alguma coisa a dor que me ficou
Da mágoa, sem remédio, de perder te,
Alguma coisa a dor que me ficou
Da mágoa, sem remédio, de perder te,
Roga a Deus, que teus anos encurtou,
Que tão cedo de cá me leve a ver-te,
Quão cedo de meus olhos te levou.
Que tão cedo de cá me leve a ver-te,
Quão cedo de meus olhos te levou.
Essa supremacia do amor sobre a realidade antitética vida/morte é o
que diz Sófocles, Édipo em Colono, 1224-1227 (Coro): “Não ter nascido
prevalece sobre qualquer outra ideia. Mas quando se aparece à luz do
dia, a melhor sorte a seguir é ir, o mais depressa possível, para o
sítio de onde se veio.” Este sítio de onde se veio faz lembrar-me de uma
frase não menos poética de um padre católico: “Esta fome de felicidade,
é saudade do Infinito, é saudade do Paraíso, é saudade que a gente
tem”.
Todo amor é metafísico. Todo amor é infinito, heterogêneo,
pluriforme e, portanto, imortal. Se não superar esta certeza chamada
morte, amor nunca terá sido.
Fonte: http://www.orm.com.br
Como decorar o ambiente com puffs!
É sempre muito bom mexer na casa e mudar a cara dos ambientes.
Isso ajuda a renovar o clima de onde moramos e dá uma levantada na
auto-estima. Veja agora como pode ser fácil alterar seus ambientes
utilizando puffs ou pufes. Além de eles serem confortável isso permite também uma opção de baixo custo para renovar os ambientes.
A decoração de uma residência é algo bastante complicado,
principalmente se não temos nenhuma noção de decoração, atualmente
existe uma grande quantidade de produtos que são destinados ao segmento
de decoração de residências, alguns desses produtos na maioria das vezes
não são relacionados como um item de decoração. Esse é o caso dos
puffs, itens que são adquiridos para oferecer uma maior comodidade a
suas visitas e também para as pessoas que moram em uma determinada
residência, mas poucas vezes esses produtos são relacionados a decoração
de uma residência.
Decorando o ambiente com puffs
Os puffs podem ser encontrados em grande variedade de formas, cores e
preços. Sendo fácil você encontra um que se adapte ao ambiente que você
quer criar e caiba no seu bolso. Há puffs em formato arredondado,
quadrados, triangulares, com estofamento mole (os mais comuns), co
estofamento duro. Cada um tem uma utilidade apropriada, mas a grande
vantagem dos puff é sua praticidade e a capacidade de serem utilizados
de diversas formas. Eles podem virar uma cadeira, ou recosto para os pés
quando estamos sentados em um sofá ou numa poltrona, podem servir
também como grandes almofadas.
Quando falamos em puffs, logo nos lembramos dos modelos com espuma em
seu interior e que na maioria das vezes ficam no chão, porém atualmente
existem os denominados puffs 2.0 que são modelos que lembram muito o
desenho de um banco. Esse modelo vem sendo muito bem aceito entre os
consumidores brasileiros, pois na maioria das vezes são muito bem
decorados e ocupam pouco espaço, sendo ideal para a decoração da sala de
estar e também para o quarto, principalmente de adolescentes.
Os puffs grandes e moles podem ser usados como
lugares de descanso e dão um ar mais jovial ao ambiente. Tenha em mente
sempre, quando vai mudar a decoração de sua casa que o objetivo deve ser
criar um lugar aconchegante. Aproveitar bem o espaço é tudo. Você pode
optar por escolher puffs menores e duras que não ocupam muito espaço e
dão um ar de maior dimensão ao ambiente.
Os pufes com formato arredondado são bons para quebra um pouco as
linhas retas de outros moveis e dão a sala ou ao quarto um aspecto mais
elegante. Escolha cores que combinem com a de seus moveis. É possível
também colocar puff de cores mais fortes e chamativas caso você queira
dar um ar mais moderno e sofisticado ao ambiente. Lembre-se que o
importante é respeitar a funcionalidade e a vocação de cada ambiente e
os espaços que você tem.
Os puffs com modelo padrão também oferecem muita qualidade e com
certeza podem ser uma ótima forma de decorar sua residência, esses
modelos de puffs também são ideais para o quarto de adolescentes, pois
os adolescentes gostam de ter o seu canto e quando recebem amigos em
casa, esses amigos vão sempre para o quarto. Como podemos perceber, as
casas estão cada vez ficando menores, acompanhando também as
necessidades profissionais das mulheres, pois quanto menor a residência,
menor as “coisas” para se arrumar, justamente por isso os puffs também
se encaixam na decoração da sala.
Tons escuros de pufes, como o marrom-escuro, cinzas e preto deixam o
ambiente com um ar mais sério. É interessante pensar em uma decoração
mais ousada para a sala, onde você poderá receber visitas e ter momento
de descontração com os amigos e optar por uma decoração mais
aconchegante e equilibrada para o quarto que é o loca e repouso. Fonte: http://www.bumbando.com.br
27 janeiro 2013
Plantas para interiores: deixe sua casa ou apartamento mais verde
Paisagista dá dicas preciosas para quem curte um estilo natural |
Por Pollyana de Moraes
Plantas, flores e folhagens são as grandes estrelas de uma decoração
natural. Nada melhor do que deixar pela casa, quintal ou varanda
vasinhos bem cuidados e cheios de charme.
Mas nem sempre é fácil assim. Quem adora o verde e mora em apartamento ou tem pouco espaço dentro de casa, encontra um desafio para arrumar as plantinhas pelo espaço pequeno, que nem sempre recebe quantidade suficiente de sol. Pensando nisso, o site do GNT separou dicas de plantas e formas de cuidar para os moradores de espaços, digamos, mais aconchegantes. A arquiteta e paisagista Daniela Sedo é quem tira as dúvidas. Veja o nosso mosaico e siga as orientações!
Mas nem sempre é fácil assim. Quem adora o verde e mora em apartamento ou tem pouco espaço dentro de casa, encontra um desafio para arrumar as plantinhas pelo espaço pequeno, que nem sempre recebe quantidade suficiente de sol. Pensando nisso, o site do GNT separou dicas de plantas e formas de cuidar para os moradores de espaços, digamos, mais aconchegantes. A arquiteta e paisagista Daniela Sedo é quem tira as dúvidas. Veja o nosso mosaico e siga as orientações!
1- Begônias: essas flores charmosas são ótimas
companheiras para ficar dentro de casa sem ocupar muito espaço. “Ela
precisa de sombra e um pouco de luminosidade. Fica linda em uma mesa
lateral ao lado do sofá ou na copa. A rega deve ser feita duas ou três
vezes por semana”, orienta a arquiteta e paisagista Daniela Sedo. O
maior cuidado com essa planta é com o pratinho, que deve estar sempre
seco, porque a umidade excessiva não faz bem para as begônias. Vale o
alerta: para evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue,
nunca deixe água acumular!
2- Chamaedórea metálica: essa planta é como uma pequena palmeira que fica linda em um vaso de 50 cm com muita terra. Ela cabe em qualquer cantinho que tenha um misto de claridade e meia-sombra. Deve ser regada duas vezes por semana, ou uma vez durante o inverno.
3- Chamaerops humilis: de folhagem cheia, essa planta gosta mais de claridade do que as outras. O ideal é que ela receba água três vezes por semana e todo dia no verão. Ela pode ficar em um vasinho pequeno no canto da sala, perto da janela.
4- Rosa de pedra: parece flor, mas na verdade é uma planta da família dos cactos e assim como eles precisam de pouca água, apenas um copo a cada 15 dias. Dica para regar: evite bater a água nas folhas, apenas a terra deve ser molhada. O ideal é que a rosa de pedra seja exposta ao sol leve, por isso a sugestão é que a planta fique em uma mesa alta perto da janela.
5- Zamiocula: podendo atingir até 70 cm de altura, a Zamiocula é uma das favoritas para se ter dentro de casa ou do apartamento. Essa planta precisa, no entanto, de mais espaço para que as folhas cresçam bonitas e apareçam. Dica que vale para todas: evite que as plantas fiquem coladas a paredes ou móveis e fuja das áreas de circulação para que elas não se danifiquem. Sobre os cuidados, é importante lembrar que a Zamiocula precisa de muita água regada a cada duas vezes na semana.
6- Licuala: ”Linda folhagem em leque. Já me perguntaram em um projeto se eu havia cortado as folhas para que elas ficassem desse jeito”, disse a arquiteta e paisagista Daniela Sedo. Essa planta não gosta de vento, mas precisa de claridade, então deve ficar perto de uma janela onde bate o sol leve da manhã. Pode ser regada duas vezes por semana.
Gostou das dicas? O GNT tem sempre mais para sua casa. Fique ligado na progrmação.
2- Chamaedórea metálica: essa planta é como uma pequena palmeira que fica linda em um vaso de 50 cm com muita terra. Ela cabe em qualquer cantinho que tenha um misto de claridade e meia-sombra. Deve ser regada duas vezes por semana, ou uma vez durante o inverno.
3- Chamaerops humilis: de folhagem cheia, essa planta gosta mais de claridade do que as outras. O ideal é que ela receba água três vezes por semana e todo dia no verão. Ela pode ficar em um vasinho pequeno no canto da sala, perto da janela.
4- Rosa de pedra: parece flor, mas na verdade é uma planta da família dos cactos e assim como eles precisam de pouca água, apenas um copo a cada 15 dias. Dica para regar: evite bater a água nas folhas, apenas a terra deve ser molhada. O ideal é que a rosa de pedra seja exposta ao sol leve, por isso a sugestão é que a planta fique em uma mesa alta perto da janela.
5- Zamiocula: podendo atingir até 70 cm de altura, a Zamiocula é uma das favoritas para se ter dentro de casa ou do apartamento. Essa planta precisa, no entanto, de mais espaço para que as folhas cresçam bonitas e apareçam. Dica que vale para todas: evite que as plantas fiquem coladas a paredes ou móveis e fuja das áreas de circulação para que elas não se danifiquem. Sobre os cuidados, é importante lembrar que a Zamiocula precisa de muita água regada a cada duas vezes na semana.
6- Licuala: ”Linda folhagem em leque. Já me perguntaram em um projeto se eu havia cortado as folhas para que elas ficassem desse jeito”, disse a arquiteta e paisagista Daniela Sedo. Essa planta não gosta de vento, mas precisa de claridade, então deve ficar perto de uma janela onde bate o sol leve da manhã. Pode ser regada duas vezes por semana.
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