29 outubro 2012

"Tem gente que devia permanecer no tronco", diz carioca em rede social

Por: Terena Cardoso (Twitter: @Terena_Cardoso) - 27 de Outubro - 06h02
Uma carioca de nome “Kenya Mayrink” jamais iria imaginar o reboliço que poderia causar um ‘simples’ comentário, em tom de desabafo, em seu perfil do Facebook. Sem entrar em detalhes, ela publicou:


“#odeiocentrode qqcidade
#odeioesselugar
As vezes entendo o preconceito tem gente que devia permanecer no tronco ! Pessoas ingnorantesssss
ECA”






Pronto! Mais de 100 pessoas compartilharam a publicação indignadas com o posicionamento da garota. Na tentativa de se justificar, Kenya se complicou ainda mais:

“Tenho muitos amigos afro descendentes e não generalizei em momento algum !!! Não tenho preconceito , disse q entendo algumas vezes ... Saiba ler as coisas antes de criticar ... Mas tenho pavor a ignorância e infelizmente tem alguns negros q n podem msm ter nenhuma posicao ... E todos nos sabemos disso ! Não sejamos hipócritas !!!!”




Kenya Mayrink não poupou críticas aos negros no Facebook




É, mas de acordo com a desembargadora Luislinda de Valois, além de Kenya ter sim, generalizado a situação, diante da Justiça o comentário da moça é visto como injúria racial. “Ela não só acabou atingindo todas as pessoas negras, como no meu entendimento, foi racista. Quer dizer então que toda a nossa luta não serve para nada? Isso não pode passar em branco!”, desabafou a primeira juíza negra do Brasil.

"Vou levar este caso para o mundo inteiro", garante Luislinda


Ainda de acordo com a desembargadora, as imagens que comprovam a injúria cometida pela carioca, precisam ser encaminhadas para a Promotoria da Igualdade Racial com urgência. “Eu vou levar este caso para o mundo inteiro. Inclusive, vou receber um prêmio em Viena, na Áustria, como Embaixadora da Paz, título concedido graças ao meu trabalho em prol dos excluídos, dos negros, dos índios e tudo o mais e vou falar disso lá. É de se lamentar a existência de pessoas assim”, concluiu Luislinda.

A garota excluiu a publicação quando o comentário já ultrapassava os 150 compartilhamentos na rede social. A reportagem do Bocão News levará o caso para a Promotoria da Igualdade Racial, que deve agir junto ao Ministério Público, conforme orientação da desembargadora Luislinda de Valois.



Postada 11h55 do dia 26 de outubro Fotos: Globo e Arquivo pessoal

28 outubro 2012

TRANSFORME O FRACASSO EM “ADUBO”, PARA FAZER DESABROCHAR EM SUA VIDA A “FLOR” DO SUCESSO.


Algumas pessoas jamais admitem a hipótese de fracassar. Mas esta vida é uma escola, um local de treinamento, onde os fracassos fazem parte do aprendizado. Não se intimide nem vacile temendo o fracasso. Ao fracassar e receber, além de incentivos de alguns, críticas ou chacotas de outros, faça destas “fertilizante” para seu desenvolvimento e assimile-o com gratidão e mente ampla. Esse “adubo” fará desabrochar em sua vida a “flor” do sucesso.

Do livro Nobiyuku Hibi no Kotoba(10) – Seicho TaniguchiFonte: www.sni.org.br



 
Um  excelente  domingo para todos!Modelos na saída do desfile de Jean Paul Gaultier com flores nas mãos. O espirito floral está no ar!  Foto:Ana Clara Garmendia

27 outubro 2012

O mais idiota dos idiotas!



Acredite, o mais idiota dos idiotas do mundo,
pode afirmar que você não vai a lugar nenhum, que você não tem talento,
que não merece nada do que tanto sonha.
Se você assumir esse ou qualquer outro comentário negativo
que outras pessoas façam a seu respeito,
você passa a ser “o mais idiota dos idiotas do mundo”.
Isso mesmo!

Não importa o que os outros achem, pensam  ou dizem sobre você.
O que importa é o que você acha, pensa  e diz sobre você mesmo.

Se dizem que você é uma pessoa maravilhosa,
e você no seu íntimo acredita que não é,
então não é mesmo.
Já se um qualquer diz que você nunca terá nada na vida,
e você começa a acreditar nessa “idiotice”,
provavelmente você vai perder até o que já conquistou.
Olhe para o espelho que não esconde nada.
Repita para o seu reflexo tudo o que você acha de você.
Fale do seu poder de amar, de acreditar, de fazer.
Não importa se o mundo está em crise.
Se a geladeira está vazia,
se os cabelos estão caindo.
Se a vizinha te ama ou  te odeia.
O que importa é esse agora onde você deixa de prestar atenção aos outros
para pensar no que realmente importa: a sua felicidade.
Deixe de reclamar e de arrumar desculpas e parta para a sua Guerra Pessoal.
Seja a batalha que for:
  • - para engordar ou emagrecer,
  • - para passar no concurso ou vestibular.
  • - para ter um novo amor ou melhorar o que já tem.
  • - para vencer um vício danado.
Não importa o que você quer, ou o que você precisa.
Tudo o que você não precisa é ouvir pessoas que não te amam.
Tudo que você não precisa é de uma desculpa para não começar, para não tentar.
ATITUDE!  Então, mãos a obra, comece, tente, insista, lute, dispute.

Tudo começa a melhorar quando descobrimos em nós mesmos,
as chaves que abrem as portas travadas do sucesso.
Viva você!

Paulo Roberto Gaefke
em www.meuanjo.com.br

26 outubro 2012

Os 60 anos da Chloe e sua equipe criativa

Os 60 anos da Chloe e sua equipe criativa
Este ano, a Chloe comemora seu 60º aniversário. A casa, fundada em 1952 por Gaby Aghion, abriu a era do estilo moderno de se vestir, levando roupas femininas e relativamente simples ao grande público.


Este ano, a Chloe comemora seu 60º aniversário. A casa, fundada em 1952 por Gaby Aghion, abriu a era do estilo moderno de se vestir, levando roupas femininas e relativamente simples ao grande público. Um grande número de estilistas passou pela grife, mas sua natureza despreocupada sempre levou a melhor sobre sua estética.
Karl Lagerfeld
Durante sua épica carreira, Karl Lagerfeld passou 25 anos no comando da Chloe, em duas fases diferentes, e ajudou a definir seu espírito romântico e suave, inclusive com uma queda ocasional pela art déco.
A primeira começou em 1963, quando trabalhou ao lado de vários outros talentos arregimentados por Gaby Aghion, incluindo Graziella Fontana, Tan Giudicelli e Michele Rosier. Lagerfeld assumiu como única força criativa em 1966, aproveitando ao máximo a parceria com uma das pioneiras mais dinâmicas da moda.
"Gaby era divertida, vibrante, eloquente – muito culta e engraçada", ele relembrou numa entrevista. "Gosto de trocar ideias com mulheres quando crio vestidos e ela era muito franca, muito vivida."
"Fizemos muitas coisa interessantes. O que eu mais gostei foi a combinação de roupas femininas e peças pop bem malucas", concluiu ele.
Vestidos pintados à mão, peças em camadas e casacos grandes fazem parte do legado de Lagerfeld na Chloe, mas foram principalmente as coleções Art Déco que causaram um verdadeiro furor.
"Não gosto de retrospectivas", disse ele à Women's Wear Daily em 1969, "mas os anos 20 e 30 foram a última época relativamente próxima a nós em que as coisas ainda eram bem feitas, tinham qualidade".
Embora seja famoso hoje pelos cenários elaborados que cria para a Chanel, Lagerfeld na verdade introduziu o conceito enquanto trabalhava na Chloe, para "Casanova de Fellini" de 1977, no Palais de Congres, e outro desfile em 1978, no Palais de Chaillot, no qual as modelos, usando joias pesadas, surgiam trancafiadas em jaulas e soltas pela modelo Pat Cleveland.

UNDATED -- BC-FAIRCHILD-CHLOE-DESIGNERS-ART-NYTSF –- Fashion designer and photographer Karl Lagerfeld at the Swiss Institute ahead of his “The Little Black Jacket” exhibit debut.. (© Credit: WWD)
Credit: WWD

'Fiz coisas bem audaciosas para a Chloe. A Gaby não tinha medo de nada', revela Lagerfeld.
As estampas eram o ponto alto das coleções e era o próprio Lagerfeld que as criava. O trabalho era feito pela confecção italiana Bini.
Nos anos 70, Lagerfeld colocou a Chloe – criada sobre o conceito de prêt-à-porter de luxo como uma alternativa inovadora à alta costura – numa posição inédita de destaque. Embora seus vestidos de noite estivessem entre os mais caros da época e não saíssem por menos de US$ 1 mil cada um, eram vendidos com facilidade espantosa.
'É estranho, mas geralmente as peças mais caras – como as blusas Casanova – eram as que saíam mais', ele disse à Women's Wear Daily numa entrevista em 1977. 'Eu crio para uma mulher especial, que não tem necessariamente 17 anos nem 50. Não posso classificar minha clientela por tipo ou idade, mas dela fazem parte gente como Gaby van Zuylen, Veronique Peck e Margaux Hemingway.'
Ele estava a anos-luz dos joguinhos na tendência high-low de Sharon Stone, que ficou famosa por combinar uma blusa de gola alta de US$ 22 da Gap com uma saia Valentino na festa do Oscar de 1996; a atriz repetiria a dose em 1998, combinando uma camisa da Gap com uma saia Vera Wang.
'Gosto da ideia de combinar uma camisa de algodão ou uma jaqueta com um vestido de noite de seda, por exemplo, essa coisa de misturar tecidos caros com os mais baratos. Esse estilo denota bom humor', Lagerfeld comentou em 1977.
Para ele, foram as lojas de departamentos e especialidades norte-americanas ‒ incluindo Neiman Marcus, Bergdorf Goodman, Bloomingdale's e I. Magnin e lojistas como Sonja Caproni, Phillip Miller e o falecido Marvin Traub ‒ que criaram o nome e a reputação da Chloe no exterior. 'Eles fizeram um trabalho incrível', confessou.
A parceria entre o estilista e a casa se desfez em 1983, quando seu contrato acabou – mesmo ano quem que ele assinou com a Chanel. Segundo fontes seguras, a Chloe era um negócio robusto e para lá de saudável quando Lagerfeld saiu, vendendo quase tanto quanto prêt-à-porter quanto a Yves Saint Laurent.

UNDATED -- BC-FAIRCHILD-CHLOE-DESIGNERS-ART-NYTSF –- Fashion designer Stella McCartney on the runway after her spring 2013 show.. (© Credit: WWD)

Apesar disso, ele criticou abertamente a administração da casa, depois de ter batido de frente com o sócio de Aghion, Jacques Lenoir, durante muito tempo.
'Eles arranharam a minha reputação durante vários anos', lamentou ele para a Women's Wear Daily em 1982, acusando a marca de vender uma 'coleção horrível' no Oriente Médio e exibir peças nas campanhas publicitárias que ele nunca criou, violando assim seu contrato.
Em 1985, Aghion e Lenoir venderam a empresa para a Compagnie Financière Richemont SA, a antiga Dunhill Holdings. 'Tiveram que vender bem rápido depois que eu saí', explicou ele.
Lagerfeld voltou para a Chloe em 1992, período durante o qual criou várias campanhas publicitárias de sonho estreladas por Linda Evangelista – e brigou com o então CEO Mounir Moufarrige. 'Cinco anos foram mais que suficientes', disse Lagerfeld.
Em 1997, ele foi substituído por Stella McCartney, cujo trabalho para a grife aprendeu a admirar, bem como a visão 'mais romântica' da sucessora de Stella, Phoebe Philo.
Martine Sitbon
Quando Martine Sitbon chegou na Chloe, em 1987, o conceito do estilista jovem contratado para reavivar uma grife já estabelecida ainda estava engatinhando.
Mesmo assim, foi exatamente isso que ela fez nos quatro anos seguintes, ajudando a pôr a Chloe de volta no mapa da moda depois da turbulência que a saída de Karl Lagerfeld causou em 1983.
Sitbon, que tinha lançado uma grife própria no ano anterior, a princípio se mostrou empolgada com o trabalho e acabou produzindo algumas das coleções prêt-à-porter mais caras do mercado na época.
'Para mim foi fascinante porque pude trabalhar com bordadores como François Lesage e Montex. Adorei a experiência', ele relembra. 'Tudo feito na França, era quase alta costura.'

Porém, a parceria começou a vacilar quando ela percebeu que faria parte de uma equipe de três diretores criativos ao lado de Samy Shalom, de 33 anos, que já tinha trabalhado com o estúdio de criação da prêt-à-porter da Pierre Balmain, e David Chaumont, de 25, ex-assistente de Christian Lacroix na Jean Patou.
'A forma como eles trabalhavam na época hoje seria impensável – havia um estilista responsável por uma parte de cada uma das coleções', relembra Sitbon. 'Era um verdadeiro balaio de gatos.'
Sitbon estava pronta para pedir a conta depois de apenas seis meses quando uma mudança na direção da Dunhill (que já pertencia à Compagnie Financière Richemont), dona da grife, anunciou novidades na estratégia. O novo CEO, Jaime Rovira, a escolheu para ser a única responsável pela criação, dando-lhe poderes para estabelecer sua combinação tradicional de alfaiataria conservadora e elementos femininos mais suaves.
'A reação da imprensa foi imediata e muito positiva, anunciando que a Chloe estava de volta com uma energia nova e muito feminina', disse ela. 'Foi uma das primeiras casas, se não a primeira, a contratar uma estilista jovem e dar-lhe carta branca para fazer uma coleção que redefinisse a identidade da grife.'
O período também coincidiu com o surgimento das top models, embora Sitbon faça questão de notar que sua musa pessoal de longa data, Kirsten Owen, foi considerada 'descolada demais' pela diretoria e acabou sendo rejeitada. A estilista, por sua vez, não gostava das modelos muito populares, que desviavam a atenção das roupas.
'Uma vez eu simplesmente me recusei a usar a Claudia Schiffer porque durante o desfile inteiro só se ouvia os fotógrafos berrando: 'Claudia! Claudia!'', confessa, 'mas a verdade é que as modelos davam uma energia fantástica aos desfiles e faziam parte do sucesso'.
Stella McCartney
A busca que terminou com Stella McCartney sucedendo Karl Lagerfeld na Chloe foi longa e muito significativa ‒ afinal, o estilista estava acomodado na casa há anos e já se sabia que o trabalho de seu substituto seria esmiuçado nos mínimos detalhes.

Em 1997, Stella tinha 25 anos e acabara de se formar em moda pela Central Saint Martins de Londres; da noite para o dia, ganhou o cargo de diretora criativa, um ateliê em Paris – e ficou à mercê do escrutínio do mundo da moda.
'Eu era supernovinha e tive que organizar meus primeiros desfiles em Paris', relembra a estilista.
'Quando cheguei, tinha a impressão de que a casa tinha uma base sólida, além de muita história e tradição. Só que precisava também de renovação, de um sopro de ar fresco, de mudanças.'
'Acho que abri a grife para um público totalmente novo, joguei um tempero mais masculino numa marca cuja base sempre foi muito menininha.'
McCartney criou um impacto imediato com suas jaquetas bem cortadas e calças de cintura baixa, sua estética um tanto andrógina, seus looks inspirados em lingerie e sua visão romântica – e, às vezes, até simples demais – da moda.
Sua primeira coleção arrancou elogios tanto das lojas como dos críticos. A Women's Wear Daily a considerou 'charmosa', 'puro deleite, uma brincadeira positiva com clima de festa' e embora não tenha 'estabelecido novos rumos para a moda', ela 'sem dúvida criou um novo caminho – jovial e com um toque da excentricidade inglesa'.
A estilista, que sempre foi vegetariana e defensora da causa animal, se disse orgulhosa de manter seus princípios intactos durante a temporada em que trabalhou na casa. 'Nunca usamos couro e pele e tenho muito orgulho disso', anunciou ela.
Stella deixou a Chloe em 2001.
E disse que saiu de lá com uma bagagem incrível: 'De repente eu tinha um ateliê, onde as roupas eram feitas à mão, com arte e cuidado. Tive a oportunidade de conferir a habilidade das costureiras e o trabalho de uma casa de moda em primeira mão, com toda a sua tradição, talento e conhecimento'.

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25 outubro 2012

Regina Dourado. Atriz permanece inconsciente


A atriz Regina Dourado, em 2003
A atriz Regina Dourado, em 2003 - André Valemtim
A atriz Regina Dourado continua internada em estado grave no hospital Português da Bahia, em Salvador. De acordo com seu irmão Oscar Dourado, ela permanece inconsciente e em estado vegetativo em decorrência da metástase de um câncer diagnosticado no seio pela primeira vez em 2003. "Regina abriu os olhos por alguns momentos, mas foi algo mecânico do organismo, ela não responde a estímulos", disse o irmão. Os médicos trabalham para amenizar os sintomas da deficiência respiratória desenvolvida em decorrência dos anos de tabagismo. 
Regina está internada desde sábado e, de acordo com o irmão, ela está na fase terminal da doença. 
Diagnosticada com câncer na mama direita em 2003, Regina teve o seio esquerdo também comprometido pela doença cerca de sete anos depois. "Ela é uma pessoa muito independente, não sabíamos da gravidade de sua situação. Uma prima foi visitá-la no sábado e ela demorou mais de duas horas para conseguir sair do quarto e abrir a porta de casa", conta o irmão. 

Seu último trabalho na TV foi em 2008 na novela Mutantes - Caminhos do Coração, da Record, quando interpretou Altina, a mãe do menino-lobo Vavá (Cássio Ramos). Na mesma emissora, ela esteve no elenco da novela Bicho do Mato (2007). Antes de ser contratada pela Record, em 2007, Regina fez parte de uma série de novelas na TV Globo. A mais recente foi América(2005), em que interpretou Graça a mulher do fofoqueiro Gomes (Walter Breda), no núcleo de Vila Isabel. A atriz esteve presente em outra novela de Glória Perez, Explode Coração (1995).

Um dos primeiros trabalhos de Regina na TV foi na novela Pai Herói (1978). Depois disso, ela integrou o elenco da minissérie O Pagador de Promessas (1988), de Dias Gomes, além das novelas Roque Santeiro (1985), Felicidade (1991) e Renascer (1993).

Ela começou a carreira aos 15 anos, na Companhia Baiana da Comédia, em Salvador. Dez anos depois, se mudou para o Rio de Janeiro e estrou na TV Globo na minissérie a Morte e a Morte de Quincas Berro d'Água (1978). Sua carreira no cinema é constituída por atuações nos longas Corisco & Dadá (1996), de Rosemberg Cariry, No Coração dos Deuses (1999), de Geraldo Moraes, Espelho d'Água - Uma Viagem no Rio São Francisco (2004), de Marcus Vinícius Cesar, e outros


A virgem Catarina que leiloou virgindade pediu R$ 100 mil, diz dono de prostíbulo


Por Lorran Schoechet


O conhecido "Rei da Noite Paulistana", Oscar Maroni, dono do ex-prostíbulo Bahamas, onde circulavam mais de 150 garotas de programa de São Paulo, exibiu-se ontem depois do término do leilão da virgem catarinense: "Há dois anos, Ingrid Migliorini (a virgem Catarina) ofereceu-se para mim por R$ 100 mil."
Maroni disse que a jovem o procurou no Bahamas, que já estava fechado pela Prefeitura de SP sob acusação de ser um prostíbulo de luxo. O segurança do local deu a ela o número do celular do empresário, e o contato foi estabelecido.
Segundo Maroni, ele aproveitou um final de semana e foi até o aeroporto de Navegantes, que serve o litoral norte de Santa Catarina. "Pode perguntar para ela. Ela se lembra do meu nome. Passamos um final de semana juntos", contou o empresário.
Foto: Reprodução
Ontem, quando o leilão acabou, a 'Folha' procurou a moça, que está na Austrália. Ingrid não quis entrar no assunto, mas afirmou que, sim, conhece Maroni. O empresário diz que ele e a virgem foram a um hotel cinco estrelas em Balneário Camboriú, comeu com ela em um restaurante caro e a levou para o quarto. "A gente trocou beijinhos, mas, na hora H, ela insistiu em vender a virgindade por R$ 100 mil", disse Maroni.
O empresário explicou porque o ato sexual não aconteceu: "Esse negócio de virgindade é do tempo do meu bisavô, coisa de macho inseguro que precisa garantir a procedência da prole. Estou fora." No final da história, ele dormiu na cama de casal e ela no sofá.
#Podeisso, Bruna Surfistinha?

24 outubro 2012

Trigêmeos de Bonner e Fátima completam 15 anos

Fátima e Bonner
Bonner e Fátima comemoram o aniversário dos trigêmeos, Vinícius, Laura e Beatriz

Casados há 22 anos, os jornalistas William Bonner e Fátima Bernardes realizaram na noite deste sábado (20), na Barra da Tjuca, uma festa para comemorar os 15 anos de seus três filhos, Vinícius, Laura e Beatriz  / Fotos: Agnews Fonte: http://br.omg.yahoo.com

Fátima e Bonner

Tatata Pimentel, morreu em Porto Alegre o professor e comunicador

Jornalista foi encontrado morto na casa onde morava, na Cidade Baixa.Professor de línguas e comunicação, foi apresentador de TV até 2011. Foto: Eduardo Carneiro / especial


Morreu nesta quarta-feira (24), aos 74 anos, o professor, jornalista e apresentador Tatata Pimentel. De acordo com familiares, ele foi encontrado morto no apartamento onde morava, no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre, por volta das 20h. O velório e o sepultamento serão no Cemitério São Miguel e Almas, a partir das 8h desta quinta-feira (25).
Roberto Valfredo Bicca Pimentel nasceu em 16 de abril de 1938 em Santa Maria, na Região Central do estado. Ganhou o apelido de Tatata na infância, de familiares. Antes de completar 10 anos, se mudou com pai e irmãos para Porto Alegre. A mãe, professora, veio depois.
Na capital, estudou Direito e Letras. Ainda antes de se formar no segundo curso, Tatata iniciou a carreira de professor em 1961 na escola agrícola Daniel de Oliveira Paiva, em Cachoerinha. Em 1965, foi pressor no Infante Dom Henrique e no Colégio Júlio de Castilhos, onde lecionou português e francês por cerca de 10 e 15 anos, respectivamente.

O professor estreou na televisão em 1972, como jurado no programa “Puxa, é a Gaúcha”, da então TV Gaúcha (atual RBS TV), a convite do radialista José Antônio Daudt. Em 1974, foi contratado pelo Canal 10, atual TV Bandeirantes, onde ficou por quase 20 anos..


Em 1996, foi convidado para comandar o programa diário “Gente da Noite”, na TVCOM, onde permaneceu por 15 anos, até 2011. Na emissora, participou também do programa “Café TVCOM”, ao lado da amiga e colega Tânia Carvalho e dos jornalistas David Coimbra, José Antônio Pinheiro Machado e Tulio Milman.
Formado também em Jornalismo e doutor em Teoria Literária, foi professor da Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RS) por 13 anos, até 2000. Profundo conhecedor de arte e literatura, Tatata afirmou que iria se dedicar a escrever um livro sobre William Shakespeare à época de sua aposentadoria.
g1.com.br/rs

22 outubro 2012

Adele! Cantora de 'Someone Like You' deu à luz um menino no último sábado. O garoto é filho dela com o namorado, Simon Konecki


A cantora Adele tem sua vida amorosa destrinchada em biografia

Usuários do Twitter ironizam filho recém-nascido de Adele

A cantora britânica Adele tem sido motivo de "trollagem" no Twitter, desde que deu à luz um menino no último sábado. Acima do peso, a artista foi alvo de brincadeiras de mau gosto. Alguns tuítes questionavam se o bebê também havia nascido gordinho.
Outros usuários do microblog afirmaram que a cantora teria muito material para um álbum pós-gravidez caso tivesse depressão pós-parto.
O garoto é filho de Adele com o namorado, Simon Konecki.
(http://veja.abril.com.br)

Monteiro Lobato! Mais um livro do autor, é suspeito de racismo!



Mais um livro de Monteiro Lobato será investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de racismo. Desta vez, “Negrinha” – adquirido em 2009 pelo Programa Nacional da Biblioteca (PNBE) do MEC, é apontado pelo Instituto de Advocacia Racial (Iara) como uma obra de conteúdo preconceituoso. A denúncia surgiu no mesmo dia em que o Supremo se reuniu para debater “Caçadas de Pedrinho”, denunciado há alguns meses atrás.

O Iara e o pesquisador de gestão educacional Antônio Gomes da Costa Neto são contra o parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE), que liberou distribuição da publicação nos colégios. O MEC defendeu que uma nota explicativa nas edições futuras seria suficiente para contextualizar a obra. Já os membros querem interromper a distribuição do livro nas escolas.

- Não diminuímos 1 milímetro sequer do pedido inicial. As políticas públicas não estão de acordo com a realidade. Achamos que estão sendo feitas, mas é muito pouco – disse o advogado do Iara, Humberto Adami, que está disposto a acionar cortes internacionais. – O negro não pode ser visto como eterno escravizado. Vamos buscar a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEA) no caso de não conseguirmos resolver no Poder Judiciário brasileiro essa questão.

As informações da reunião serão encaminhadas ao ministro Luiz Fux, do Supremo, que também deverá decidir sobre o tema.

Para muitos estudiosos da obra de Monteiro Lobato, o conto “Negrinha”, publicado em livro do mesmo nome no ano de 1920, é uma denúncia do autor contra as desigualdades entre negros e brancos. Mas o Iara vê na obra traços de racismo. Na representação, o instituto afirma que “o texto demonstra que a prática de lesões físicas contra os negros (escravizados) além de costumeiro, não trazia qualquer constrangimento” e que “o objetivo do conto não é denunciar o racismo, ou mesmo desconstruí-lo, trata-se da realidade que o autor e a sociedade da época tem para com relação ao negro”.


Um trecho de “Negrinha

“Damião olhou para a pequena: (Lucrécia) era uma negrinha, magricela, um frangalho de nada, com uma cicatriz na testa e uma queimadura na mão esquerda. Contava onze anos. Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. [...] Assim cresceu Negrinha – magra, atrofiada [...] O corpo de Negrinha era tatuado de sinais, cicatrizes, vergões.

Caçadas de Pedrinho

Publicado em 1933, “Caçadas de Pedrinho” relata uma aventura da turma do Sítio do Picapau Amarelo à procura de uma onça-pintada. Entre os trechos que justificariam a conclusão de racismo estão alguns em que Tia Nastácia é chamada de negra. Outra parte diz: “Tia Nastácia, esquecida dos seus numerosos reumatismos, trepou que nem uma macaca de carvão”.


Em 2010, o CNE chegou a determinar que “Caçadas de Pedrinho” não fosse mais adotado, mas voltou atrás depois de o MEC pedir ao conselho que reconsiderasse a decisão. O CNE indicou, então, que as novas edições da obra apresentassem uma nota técnica que instruísse o professor a explicar o livro no contexto histórico em que foi escrito. A posição do governo é contrária à censura ou suspensão do livro.  Fonte http://www.revistaafro.com.br

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