25 agosto 2012

”Pequenas misses” (Discovery Home&Health)

Você daria quantos anos a essas garotinhas?

Coisas que dão medo… na TV! Treinos exaustivos, horas em pé, críticas, punições, horas de maquiagem, escovas, secadores, perucas, tratamentos estéticos, próteses dentárias… aulas de canto, aulas de dança, de postura, de passarela… Rotina de gente grande? Não. De criancinhas, acreditem. É preciso estômago forte e sangue frio para assistir Pequenas Misses. É revoltante e apavorante pensar na vida que essas meninas levam e no que estão aprendendo enquanto têm suas infâncias roubadas. As figuras mais assustadoras dessas séries são as mães. Acredito que todas, sem exceção, sofram de transtornos psiquiátricos. E, embora eu não tenha preconceito, nada me dá tanto medo quanto um doido sem diagnóstico. Ao ver as crianças na passarela, sinto-me antevendo uma lista de vítimas de um pedófilo ou serial killer qualquer. Cereja do bolo da perversão: há desfile com traje de banho nesses concursos (qual seria o propósito?). Ver o olhar embevecido e histérico, com ares de gozo erótico, das mães na platéia e dos próprios jurados me congela de pavor e enoja. E se você pensa que isso é exclusividade de gringo, saiba que também rola no Brasil.



Princesas do brilho e do glamour, essas crianças estão mais populares do que nunca. Este documentário mostra um mundo surreal onde pais gastam milhares de dólares para que seus filhos ou filhas se tornem competidores ferrenhos. Analisa o mundo dos concursos de miss sob todos os ângulos, entrevistando os que apóiam e os que se opõem a eles, procurando respostas para muitas perguntas.




Escolher uma profissão não é nada fácil! 
 
Na realidade na fase da escolha somos ainda muito jovens e imaturos muitas vezes. Mal saímos daquele mundinho de colégio e com 18, 19 anos já temos que escolher o que queremos ser pra vida inteira...
E ainda assim a vida, às vezes, vem e muda tudo, colocando o destino em nosso caminho e fazendo as certezas virarem dúvidas, ou serem substituídas por outras certezas. Quem nunca ouviu falar que a pessoa é formada numa profissão, mas se realizou mesmo em outra? Isso é muito mais comum do que pensamos.
Podemos nos descobrir na profissão "E" quando pensávamos lá atrás que éramos "V"! E é pelo fato da vida ser assim que fico abismada quando vejo pais e mães se realizando através de seus filhos. Na Discovery Home & Health existe um programa chamado "Pequenas Misses" e fica evidente que as pequenas muitas vezes não querem estar ali, apenas são intimadas a ali estarem, enquanto que suas mães... Parecem umas loucas berrando, gritando, chorando, implorando para que suas pequenas arrasem nas fotos e passarelas. Chega a ser uma cena dantesca!

CRIANÇAS TÊM QUE SER CRIANÇA!


Estimular as crianças à vaidade é ótimo, mas precisamos ter uma medida certa. O exagero pode criar traumas, alem de prejudicar a pele e o crescimento das crianças. imagem do Google
 
O que criança faz? Brinca, estuda, sonha, fantasia, estuda de novo, brinca.... A vida está passando cada vez mais rápida e elas serão muito mais tempo adultas do que crianças, então vamos deixá-las viverem de acordo com o seu tempo!
Essa semana assisti também na TV um pai levando o seu filho desde pequeno ao campo para ser jogador. E o que me chamou muita atenção na reportagem era o pronome pessoal e a conjugação do verbo que ele usou o tempo todo:
"- EU queria que meu filho fosse jogador de futebol! E hoje SOU realizado e o maior fã de meu filho, pois ele é jogador de futebol, e EU sempre o acompanho nas viagens que ele faz com o time."
Ei pai! Você se lembrou de, em algum momento, perguntar ao seu filho o que ele queria ser?
O garoto até parecia feliz e amar realmente o futebol, mas não foi um desejo natural, e sim imposto pelo pai.

Já essas meninas...
 

 
imagens do Google

 
imagem do Google


O excesso "Pequenas Misses" Mostra alguns exageros, quando o assunto é vaidade precoce. O programa é um reality show de meninas de 2 á 9 anos, que são literalmente menina-mulher. As mães cometem erros ao levarem a rigor esses concursos. As crianças, muito pequenas, são submetidas aos mais diversos tratamentos de beleza, a depilar pernas, fazer dentadura para obter o sorriso perfeito, bronzeamento artificial, unhas e cílios postiços, apliques no cabelo, salto, e ainda mais uma postura e caras e bocas na passarela. Literalmente uma tortura. Ao assistir o vídeo vocês terão um pouco mais da noção do que estou falando. imagem do Google


O que vejo neste programa que citei é que elas não são felizes!
E vocês o que acham desse comportamento egoísta desse tipo de pais?

 
FONTE 
http://www.monalisadepijamas.com.br/sofa-da-mona/coisas-que-dao-medo-na-tv
http://pollianavilar.blogspot.com.br/2012/03/pequenas-misses.html
http://www.monalisadepijamas.com.br
http://sherimendonca.blogspot.com.br/2011/08/pequenas-misses.html

A Calúnia e a Fofoca

 
O caluniador é uma pessoa que está sempre em conflito consigo mesmo. Quem está de bem com a vida não tem sequer vontade de caluniar, quer apreciar as coisas boas da vida.


* Roque Theophilo
CALÚNIA é um termo que vem do latim, calumnia, engodo, embuste. A calúnia não se confunde nem com a difamação nem com a injúria, outros dois crimes contra a honra. A difamação (do latim diffamare) significa desacreditar, sendo um crime que consiste em atribuir a alguém fato ofensivo à sua reputação de pessoa fiel à moralidade e aos bons costumes. Não se confunde com a calúnia, pois esta consiste numa imputação injusta de fato tipificado como crime. Na difamação o que se busca é desacreditar a vítima, embora sem apontá-la como autora de fato criminoso. Exemplo: afirmar que um homem solteiro, de hábitos reconhecidamente morigerados, freqüenta prostíbulos. Trata-se, enfim, de uma imputação de fato desairoso à reputação da vítima.

Quanto à injúria do latim injuria, de in jus, injustiça, falsidade, trata-se de um crime contra a honra consistente em ofender, verbalmente, por escrito, ou fisicamente (injúria real), a dignidade ou o decoro de alguém. A injúria ofende o moral, abate o ânimo da vítima, ao passo que a calúnia e a difamação ferem a moral da vítima. Perceba-se a diferença entre estas três afirmações: "Fulano é um peculatário!" (calúnia); "Beltrano é um depravado!" (difamação); "Sicrano é um boçal!" (injúria). A injúria pode ser manifestada não apenas mediante palavras, mas também por gesticulações ultrajantes (injúria verbal) e, até, fisicamente, quando A, mais avantajado corporalmente do que B, a fim de aviltá-lo, despe-o em público, embora sem lhe causar dano físico. Temos, neste caso, a chamada injúria real. Outro exemplo: o da bofetada que se aplica menos com o intuito de ferir do que ridicularizar...

A fofoca traduz um sentimento de maldade de disseminar como joio a intriga, ao passo que a calúnia mostra o forte instinto maldoso de usurpação da dignidade do outro pelo engodo e o embuste.


FOFOCA é o mexerico, intriga, a bisbilhotice É um mal que para muitos é divertimento sem importância, mas que é extremamente destrutivo: A vontade de passar informações faz parte do homem, é a comunicação, é uma ação humana natural e normal, mas na maioria das vezes esquecemos do outro e não medimos as conseqüências das nossas palavras. Quando uma pessoa não controla a cobiça, o resultado é a inveja, que desperta o instinto animal de prejudicar o próximo pela difamação. O vaidoso que é infestado pelo orgulho e pela arrogância, é muito propenso a usar a fofoca. O egoísmo é o resultado da maldade, da indiferença para com o semelhante e, portanto, pela falta de escrúpulos pode-se criar as mais desalmadas mentiras com a idéia de prejudicar o semelhante. Os homens não têm escrúpulos e por isso estão se destruindo, com mentiras, murmurações, mexericos e fofocas e em todas elas o "ingrediente" principal é a vida do próximo. Existe uma verdadeira indústria por trás da fofoca. Revistas, programas de televisão especializados em fofocas, jornais sensacionalistas que vendem isso, milhares e milhares de pessoas envolvidas na indústria milionária do mexerico. Tudo mentira, falso testemunho, afinal o ditado não é este: "quem conta um conto aumenta um ponto"? E não para por aí. Pior que este são os que fazem isso todos os dias de graça, por puro prazer, pendurados em janelas, nos bares, nas ruas, no trabalho. Aliás, se dedicassem em seus afazeres o mesmo tempo que gastam com mexericos, já seriam chefes. A murmuração e o mexerico nos são impostos pela carne. Qual de nós não fica com a "língua coçando" para passar para frente uma notícia. No entanto, se vivemos com o nosso espírito em Deus, teremos um "filtro" que irá separar o que pode causar mal ao nosso semelhante.

Em resumo enquanto que fofocar significa intrigar, caluniar consiste em difamar fazendo acusações falsas ou atribuindo falsamente a alguém fato definido como crime. Na calúnia, portanto, há violência maior. Ainda procuramos negar e esconder este fenômeno quando dele somos vítimas. Sentimos vergonha de sermos caluniados quando a vergonha seria adequada sentir por aquele que gera a calúnia. Por vezes, até mesmo nos submetemos ao caluniador do grupo em que convivemos.
Afirmativas como "onde há fumaça há fogo", em verdade são armas utilizadas pelos caluniadores. O correto é: "onde há fumaça há um caluniador". Para bom entendedor, quem está sendo exposto não é o caluniado, mas sim o caluniador: revela-se e desvenda um interior conflitado.

O caluniador é uma pessoa que está sempre em conflito consigo mesmo. Quem está de bem com a vida não tem sequer vontade de caluniar, quer apreciar as coisas boas da vida.

Por vezes, as pessoas lidam de forma inadequada com suas perturbações. Por exemplo, passam a ingerir muita bebida de álcool, ou mergulham num mundo imaginário e se afastam da vida real. Outra forma inadequada é a calúnia. O caluniador procura transferir seu desequilíbrio para outra pessoa. Lançando uma calúnia ele percebe que o interior da pessoa atingida começa a se desorganizar. Para que isso ocorra, a calúnia deve ser impactante, deve penetrar no interior da vítima e estourar como uma bomba. Portanto, agora quem está desequilibrado é o outro e não mais ele. Ou há mais alguém perturbado e em sofrimento como ele. Como este artifício é fantasioso, não promove um alívio duradouro ao caluniador, como um vício ele sente necessidade de repetir e repetir o ato de caluniar. É uma falsa saída para seu desequilíbrio. É como se alguém pegasse o lixo de sua casa e jogasse no pátio do vizinho. Por alguns momentos tem a sensação de estar limpo. Mas o lixo reaparece na sua casa, pois ela é o gerador de lixo.

Existem dois tipos de caluniadores: aquele que calúnia sistematicamente e aquele que o faz num momento em que sua vida não vai bem.

E existem também as pessoas que levam adiante a calúnia gerada por outro. É um fenômeno que acompanha a humanidade desde sempre. Um dramaturgo romano, Plauto, escreve em uma de suas peças: "Os que propalam a calúnia e os que a escutam, se prevalecesse minha opinião, deveriam ser enforcados, os primeiros pela língua e os outros pela orelha". Brincadeiras à parte, temos que aprender a lidar com estes fenômenos. Todos estamos sujeitos a ele. Scheakespeare escreveu: "Mesmo que sejas tão puro quanto a neve, não escaparás à calúnia".

A recuperação de quem sofre a calúnia se faz a medida em que a pessoa não se submete ao fenômeno, encara-o de frente, conversa com seus amigos. Preserva sua auto-estima, desvinculando-se desta agressão verbal e psicológica da qual está sendo vítima. Poderá buscar ajuda profissional numa psicoterapia de cura duração de tipo Interpessoal.

Aquele que se percebe gerando calúnia, também se beneficiará de uma ajuda profissional para procurar lidar de uma maneira mais eficaz com seus desequilíbrios.

O mecanismo da fofoca e da calunia pode ser avaliado por uma experiência subliminar que em psicologia é um estímulo que não é suficientemente intenso para que o indivíduo tome consciência dele, mas que, repetido, atua no sentido de alcançar um efeito desejado. Salomon Asch (citado por Joan Ferrés em Televisão Subliminar. Porto Alegre: ArtMed., 1998. p. 50.) fez uma pesquisa com estudantes universitários nova-iorquinos com a finalidade de destacar o caráter contaminante das idéias, sobretudo do pensamento associativo, menos por seu conteúdo e bem mais pela forma como é apresentado e é possivelmente esse mecanismo um grande exacerbador da virulência com que as fofocas se propagam numa total distorção do fato verdadeiro.

Faça uma experiência extremamente simples com dois grupos de pessoas que não se conheçam. Ao iniciar o teste da fofoca, diga que passará algumas referências a respeito de uma personagem que é seu amigo chamado Ronaldinho. Passe, então, a informação: ao primeiro grupo, dizendo que o seu amigo Ronaldinho é muito competente, honesto, ordeiro, teimoso, mentiroso, impulsivo e fofoqueiro; e ao segundo grupo, passe as mesmas informações, alternado a ordem dos adjetivos que caracterizam a personagem. Assim, Ronaldinho é um fofoqueiro, impulsivo, mentiroso, teimoso, ordeiro, honesto e competente. Espere passar uma semana e indague uma ou mais pessoas de cada um dos grupos o que lembram de Ronaldinho. Poderão ocorrer tipos de resposta diferentes, porém será mais provável que o primeiro grupo lembre mais as qualidades positivas de Ronaldinho e o segundo, as negativas. Ainda que aspectos positivos e negativos tenham sido apresentados em igual quantidade e, literalmente, tenham sido os mesmos, a ordem em sua apresentação despertou o pensamento primário e, dessa forma, condicionou um preconceito que contaminará todo o resto da informação. Se esse fato não ocorrer, provavelmente, a pessoa associou Ronaldinho a um conhecido seu e guardou na memória os adjetivos com os quais associa esse amigo. Caso contrário, lembrará primeiro dos adjetivos positivos ou negativos, que tenham sido priorizados na apresentação. Essa pequena mostra como as comunicações podem distorcer os fatos o que acontece normalmente nas fofocas. Longe de ser apenas um prosaico experimento, os estudos que se seguiram àquele mostram a imensa importância da hierarquia de idéias que deve estar presente em todo tipo de apresentação que fazemos de um fato. Embutem-se idéias centrais fortes, decisivas, conclusivas e essenciais e outras idéias periféricas, bem menos relevantes, meramente auxiliares. Se sua apresentação não enfatizar e ordenar as primeiras.

Provavelmente, graças a esse poder contaminante do pensamento primário é que, muitas vezes, julgamos uma causa por sua aparência, brigamos com amigos por detalhes fúteis e esquecemos o imprescindível para guardar o periférico. Então no caso da fofoca esquecemos as qualidades boas da pessoa e exaltamos as más.

PÍLULA DA FRATERNIDADE
A fofoca traduz um sentimento de maldade de disseminar como joio a intriga, ao passo que a calúnia mostra o forte instinto maldoso de usurpação da dignidade do outro pelo engodo e o embuste.

Meu ouvido não é penico e minha boca não produz fezes!
"Os que propalam a calúnia e os que a escutam, se prevalecesse minha opinião, deveriam ser enforcados, os primeiros pela língua e os outros pela orelha".

* Psicólogo e Jornalista Profissional, é autor do título « O Amigo Psicólogo ® ». Presidente das Academia Brasileira de Psicologia e Academia Internacional de Psicologia, e um dos pioneiros da Psicologia no Brasil.

24 agosto 2012

MAKE UP: As onze maquiagens mais bonitas para grandes festas, casamentos, formaturas, e afins

 

 

Esse post de hoje deu um trabalhão heim? Pense reunir as fotos, editar, procurar os videos. Mas é de dar orgulho. Eu vim mostrar pra vocês as dez maquiagens mais lindas para casamento feitas pelas melhores maquiadoras do youtube. Cada uma mais linda que a outra, e o melhor, vocês vão poder aprender tudinho!! Vamos às makes?

 

 ♥ Super Vaidosa






♥ Alice Salazar







♥ Julia Petit




♥ Tiffany









♥ Miss Chievous







Make para Morenas & Negras

 




E aí meninas gostaram do post? Cada maquiagem mais linda do que a outra heim? Fiquei louca sem saber qual fazer! Se bem que eu preciso morrer e nascer de novo pra saber maquiar tão bem assim. Coisa lindaaa!!! 
Beijoos e até o próximo post ♥


Fonte:  http://mouravilhosa.wordpress.com/2012/04/26/as-dez-maquiagens-mais-bonitas-para-casamento/

ESPINHAS! SUPER DICA: COMO DISFARÇAR ACNE COM MAQUIAGEM

 

- Limpe bem o rosto.
- Passe prime para maquiagem, produto que diminui os poros dilatados e deixa a pele aveludada.
- Aplique sobre as espinhas um corretivo amarelado, que tem o poder de amenizar as manchas vermelhas. Para proporcionar uma boa cobertura, prefira texturas mais densas (versões em bastão são ótimas opções).
- Finalize com base cremosa, sem óleo, no tom da pele.
- Cubra com pó compacto.

Norma Stitz! A dona dos maiores seios naturais do mundo.


normastitz-hg 

Faz 12 anos que Norma Stitz é dona do recorde de maiores seios naturais do mundo.Em abril deste ano, ela compareceu a Milão apenas como formalidade. Não apareceu nenhum concorrente. Seu busto mede 2,59m, cada um de seus seios pesa cerca de 20 kg e ela fez uma promessa de jamais fazer uma cirurgia de redução de tamanho. Desde 1997, Stitz produz seus próprios filmes e ganha uma fortuna com eles.

Um sutiã normal e um sutiã Normal, ou seja, da Norma, ela conta que começou a usar sutiã aos 9 anos.   

Norma tem os maiores seios naturais do mundo

Ela entrou pro Guinness - Livro dos Recordes - e não tem quem a tire de lá!


Leia mais:
http://noticias.r7.com/esquisitices/noticias/norma-tem-os-maiores-seios-naturais-do-mundo-20111117.html?question=0

REVISTA! As 25 capas de revistas mais fantásticas dos últimos 50 anos!

Mostramos nesta matéria, as 25 principais capas de revista dos últimos 50 anos. Fotos marcantes, layouts provocativos que marcaram a história do design gráfico e da fotografia. Um ótimo e instigante material para inspiração, reflexões e ver que a criatividade sempre entra para a história.


1. lugar Rolling Stone (22 de janeiro de 1981) Em primeiro lugar foi dada à capa da revista Rolling Stone com uma foto de John Lennon e Yoko Ono, feita por  Annie Leibowitz. Poucas horas após que esta foto foi tirada, John Lennon foi assassinado – 8 de dezembro de 1980.


2.Vanity Fair (agosto 1991) A fotografia na época chocou, Demi Moore nua no último mês de gravidez após o ruidoso sucesso do filme “Ghost” . É também um trabalho de Annie Leibovitz 


3. Esquire (Abril, 1968), Muhammad Ali, atravessado por seis flechas sob o título “Paixão de Muhammad Ali”, apareceu na capa da Esquire logo após a recusa de Ali em servir o exército americano por causa de suas crenças religiosas. Por este motivo foi retirado seu titulo de campeão mundial dos peso-pesados (depois ele não só recuperou o cinturão como até hoje é considerado o melhor boxeador do mundo). Na capa Ali é apresentado como São Sebastião, atravessado por flechas por suas crenças religiosas.


4.O New Yorker (29 de março, 1976) –  Desenho de Manhattan feito por Saul Steinberg, intitulado “Vendo o mundo da 9th Avenue”.  Até hoje, com bastante, precisão reflete os pontos de vista da geopolítica e da ordem mundial dos americanos comuns.

6. The New Yorker (24 de setembro de 2001) A famosa capa preta da revista “The New Yorker”, com dois retângulos pretos quase invisíveis , representa a tragédia de 11 de setembro. A antena  da torre norte entra como uma espada a letra W do logo da revista.


5. Esquire (maio de 1969) Na capa da Esquire o artista Andy Warhol aparece se afogando em uma lata de sopa de tomate “Campbell”.  A lata  ”Campbell” ganhou fama mundial como um objeto de arte da era pop art, um símbolo da era de consumo de massa.


 7. National Lampoon (Janeiro, 1973) -  Magazine de humor popular a revista National Lampoon foi editada em 1973, A capa, tem a finalidade de chocar e chamar a atenção.  O título completa a foto   “Se você não comprar essa revista, vamos matar este cachorro!”


8. Esquire (outubro de 1966) –  A capa preta com letras brancas e a inscrição: “Deus, nós batemos numa menininha.” eta capa foi criada para sensibilizar a opinião pública americana sobre a Guerra do Vietnã.
 

9. Harper’s Bazaar (setembro 1992) A primeira edição da revista Harper’s saiu em 1867, e em 1992 comemorou seu aniversário de 125 anos. O número de setembro foi o ponto de mudança na história da revista. A editora-chefe(da época)  era a lendária Tilberis Liz, que a partir desta edição. transformou a revista em uma das mais avançadas editorialmente no mundo da indústria da moda. Na capa que diz “Entre na era da elegância” – a modelo super top da época Linda Evangelista.



10. National Geographic (Junho, 1985) 12-year-old menina afegã – a famosa foto de Steve McCurr feita em um campo de refugiados na fronteira afegã-paquistanesa. Helicópteros soviéticos destruíram a aldeia de jovens refugiados, todos da família dela morreram, e antes de chegar ao acampamento, a menina fez esta foto. A foto tornou-se um ícone da National Geographic e do mundo da fotografia.


11. LIFE (30 de abril de 1965), embrião de 18 semanas – Foto do fotógrafo sueco Nilsson. Esta foto faz parte do livro Nilsson “Birth” (“A Child is Born”). A revista teve uma venda de 8 milhões de exemplares nos quatro primeiros dias após a publicação.


12. TIME (8 de abril de 1966) na capa – Em letras vermelhas sobre um fundo preto “Deus está morto ?”. O artigo sob o título “Rumo a um Deus escondido” que favorecia as teorias dos teólogos conhecidos da época, causou muito efeito entre os leitores.



13. LIFE, edição especial (1969), Edição especial da revista LIFE   “Fomos pra lua e voltamos” (“To the Moon and Back”)  Na capa – um dos 11 astronautas Buzz Aldrin (Buzz Aldrin), fotografada Neylom Amstrongom.


14.O New Yorker 10 de dezembro de 2001) ironico mapa de Nova York “, com os nomes dos bairros de Nova York, no estilo do Médio Oriente. O mapa corresponde a um valor de” ver o mundo da 9th Avenue ” capa de revista The New Yorker 29 de Março de 1976.


15. Harper’s Bazaar (abril 1965) Na capa da Harper’s Bazaar – a  modelo Jean Shrimpton, com seu rosto recortado por um papelão de cor rosa. Esta imagem foi tão marcante e importante, que  até  hoje é usada como um símbolo dos anos 60.


16. The Economist (10-16 de Setembro de 1994) Esta  polemica capa da revista The Economist com o título de “O problema com as fusões”.


17. TIME (21 de junho de 1968) Figura de Roy Lichtenstein, que representa a mão com uma arma com um título: «Uma arma na América». Esta ediçao apareceu logo após os assassinatos de Martin Luther King e Robert Kennedy e apelava sobre as  restrições legislativas à venda de armas nos Estados Unidos. Lichtenstein, foi um dos maiores artistas pop de todos os tempos.


18. ESPN Magazine (29 de junho de 1998) A imagem de Michael Jordan do Chicago Bulls em um fundo branco. No artigo da revista é discutido o que aconteceria quando Michael  deixar o basquete. Michael Jordan jogou seu último jogo, em 16 de abril de 2003.


19. Esquire (Dezembro 2000) Foto de Bill Clinton sorridente na capa da Esquire, nos últimos dias do mandato de Clinton como presidente dos Estados Unidos. A foto, foi o resultado de uma sessão de 8 minutos e  o objetivo inicial era provocar uma associação da foto com o monumento de Abraham Lincoln, tem claramente uma conotação sexual, sobrepondo-se com o escândalo envolvendo Monica Lewinsky.


20. Blue (Outubro de 1997)  Blue – a famosa revista gay australiana .


21. LIFE (26 de novembro de 1965) Foto de um prisioneiro vietcongue com olhos e boca vendadas. Poucos minutos depois de tirar a foto, o preso receberia um tiro na cabeça dado por um soldado americano - este epsódio se tornou o crime  mais famoso na Guerra do Vietnã, e recebeu o nome – o assassinato em Saigon. A foto é de Paul Schutze,  um dos melhores fotógrafos da LIFE, morreu durante a Guerra dos Seis Dias no Oriente Médio em 1967.


22. George (outubro-novembro de 1995) Na capa do primeiro número da revista “George”  a super-modelo Cindy Crawford, em traje de George Washington. A revista foi fundada por John F. Kennedy Jr. e cobria os acontecimentos políticos, notícias, cultura e show business. Em 1999, Kennedy morreu em um acidente de avião em março de 2001. A revista “George” foi fechada.


23. The Nation (13 de novembro de 2000) Na capa da The Nation um cartoon mostra  George W. Bush desdentado desenhado por Brian Stauffer.
 


24. Interview (dezembro de 1972) A capa do número de Natal da  ”Interview” mostra Andy Warhol, tirando uma  foto da modelo/cantora  Grace Jones. A revista “Interview”, fundada por Andy Warhol em 1969,  criou um novo estilo de reportagens sobre as novidades da cultura .



25. TIME (14 de setembro de 2001) A capa de uma edição especial da Time publicada em 14 de setembro de 2001 - A capa retrata as torres gêmeas no momento do ataque dos terroristas, a foto é de Lyle Owerkoof.




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(Fonte: Comunidade Moda)

23 agosto 2012

VEJA COMO PARTICIPAR DE PROGRAMAS NA TV E FAZER FIGURAÇÃO MESMO SEM AGÊNCIA DE MODELOS

 

Se você sempre sonhou em ser figurante ou participar de programas de TV, saiba que isso é possível  até por conta própria, mesmo sem intermédio de uma agência de modelos ou agência de figurantes.
O ideal seria fazer parte de alguma agência séria, confiável, mas se você procura somente pequenas participações em programas, veja nossas dicas...
É simples! Basta clicar nos links abaixo, fazer seu cadastro gratuitamente e imediatamente (lógico, se o seu perfil agradar!) estará sendo visto e selecionado para participar de programas na TV:


RECORD – Vai dar Namoro:
http://entretenimento.r7.com/melhor-do-brasil/quadros/inscricao-19.html

RECORD – Tudo é possível – TOP Model o Reality
http://entretenimento.r7.com/tudo-e-possivel/quadros/saiba-tudo-sobre-os-quadros-do-programa-tudo-e-possivel-rede-record-24.html

REDE GLOBO – Caldeirão do Huck – Lar Doce Lar:
http://caldeiraodohuck.globo.com/Caldeirao/upload/lardocelar.participe.html

REDE TV – Super Pop – Luciana Gimenez:
http://www.redetv.com.br/portal/Video.aspx?39,9,184116,entretenimento,superpop,veja-como-participar-da-plateia-do-superpop

SBT – Programa Eliana:
http://www.sbt.com.br/eliana/inscricoes/

REDE GLOBO – Domingão do Faustão:
http://www.globo.com/Domingao/0,,15622-p-0,00.html


SBT – Programa do Ratinho
http://www.sbt.com.br/inscricoes/ratinho/paradaodoratinho/

BAND – Pânico na Band
http://paniconaband.band.com.br/participe-da-plateia.asp

SBT – Raul Gil – Jovens Talentos:
http://www.sbt.com.br/inscricoes/raulgil/jovenstalentos_2011/

SBT – Esquadrão da Moda:
http://www.sbt.com.br/inscricoes/esquadraodamoda/participe/

SBT – Topa ou não Topa:
http://www.sbt.com.br/inscricoes/topaounaotopa/default.asp

SBT – Bom dia e Cia:
http://www.sbt.com.br/inscricoes/infantil/participeaovivo/

BAND – Quem fica em pé?
http://quemficaempe.band.com.br/participe.asp

SBT – SBT Brasil:
http://www.sbt.com.br/inscricoes/jornalismo/acidentetransito/

SBT – Super Nanny
http://www.sbt.com.br/supernanny/inscricoes/

SBT – Qual o seu talento?
http://www.sbt.com.br/inscricoes/qualeoseutalento/inscrevase/

Fonte: http://www.agenciademodelo.com.br/agencia-de-modelo-em-sao-paulo

Flúvia Lacerda... Modelos Gordinhas fazendo sucesso no mundo da moda.

A modelo Flúvia Lacerda

Você acha que as agências de modelos procuram somente modelos altos, magros ou com outro perfil pré-definido?

Pelo contrário, veja na matéria abaixo que as gordinhas estão quebrando os padrões do mundo da moda. A categoria foi criada com base para que não achassem que precisavam ser magras como as modelos (estas, naturalmente magras), e que é possível serem lindas com alguns centímetros sobrando. As modelos Pluz Size vem conquistando não  só o Brasil como mundo a fora, a modelo Flúvia Lacerda é um exemplo disso.

Flúvia Lacerda, a Giselle Bündchen Plus Size, chega a faturar R$ 30 mil por dia e quer abrir uma grife para gordinhas no Brasil

Ela come arroz e feijão sem culpa, não se pesa há anos, nunca fez dieta na vida e ganha dinheiro — MUITO! — com seus quilos a mais. Em seu guarda-roupa, peças de Marc Jacobs, Chanel e Jean Paul Gaultier dividem espaço com marcas menos famosas, compradas em grandes magazines europeus. Também já esteve na capa da “Vogue” italiana, foi recheio da renomadíssima “Harper’s Bazaar” e da americana “Glamour”, ilustrando, com seu manequim 48, diversos editoriais de moda.

Foto: Divulgação

Modelo plus size prova que sobrepeso não precisa ser tabu (Foto: Divulgação)

O que parece impossível é realidade para a carioca Flúvia Lacerda, de 31 anos, uma das modelos plus size mais famosas do mundo. Radicada em Nova York há mais de uma década, ela nem teve que se esforçar para realizar o sonho de muitas meninas de esquálidos 48 quilos.

— Estava num ônibus a caminho do trabalho quando fui abordada por uma mulher que queria saber quanto eu vestia. Achei estranhíssimo, mas ela logo se apresentou como editora de moda, me deu um cartão e disse que eu poderia ser uma modelo de tamanhos grandes. Nem sabia que isso existia. Modelo não tinha que ser pele e osso? — conta Flúvia, que está no Brasil para estrelar diversas campanhas.

Com 1,72m, peso desconhecido, 109cm de busto, 88cm de cintura e generosos 121cm de quadris, Flúvia não esbanja apenas sua beleza voluptuosa. É inteligente, articulada e sabe exatamente que ser chamada de “Gisele Bündchen Plus Size” é mais que lisonjeiro. É uma forma de abrir portas para outras mulheres.

— Ninguém no mundo é igual ao outro. O grande barato é a não padronização. Vivemos num país miscigenado, e que bom que é assim! Luto para que sejamos respeitadas com o DNA que temos. Não faço apologia à gordura, mas à autoestima. É possível ser feliz acima do manequim 42 — garante.

Para Flúvia, o Brasil ainda está atrasado neste assunto. Só agora — e ainda a passos muito lentos —, é que concursos, blogs e até revistas começam a prestar atenção no mundo GG:

— Quando venho ao Brasil, as pessoas me param na rua para saber de onde é minha roupa. Não é possível que a indústria continue ignorando que existem consumidoras vorazes atrás de sua própria identidade, que estão felizes com o seu corpo.

No futuro, ela própria pensa em montar uma grife com seu nome. Antes, porém, vai testar o que produzir lá fora. Enquanto esse tal de futuro não chega, no entanto, a linda carioca, criada no Norte do país, vai capitalizando em cima de sua imagem. A comparação com “La Bündchen” não fica por conta apenas da nacionalidade ou da profissão. Diz-se por aí que as cifras ganhas por Flúvia são tão generosas quanto as da colega magérrima. Para tê-la num editorial, é preciso desembolsar cerca de R$ 30 mil reais. Por dia.

— Posso dizer que ganho muito bem para fazer o que faço — esquiva-se.

Flúvia Lacerda arrasa na moda plus size!

Bem a ponto de já ter dado a ela a chance de comprar um espaçoso imóvel em Manhatan (EUA), com direito a terraço onde cultiva uma horta, uma casa no México para as férias em família e outra na Austrália, terra de seu marido.

Gordinha, sim; gulosa, nunca!

Flúvia sucumbe apenas aos carboidratos, mas de resto mantém uma alimentação quase natureba. Não come frituras ou comida industrializada e exagera nos alimentos integrais, frutas e verduras. Para completar, adotou a bicicleta como meio de transporte.

— Vivo sobre duas rodas. Busco minha filha na escola, vou ao supermercado, às locações de fotos, tudo isso de bicicleta. Ainda faço ioga e pilates — enumera ela, que contratou uma personal trainer: — Ela é da República Tcheca. Então, você faz ideia de como é linha dura, né? Preciso me manter firme, com o corpo durinho, tudo no lugar para trabalhar. Não faço para emagrecer, mas para ser saudável.

Dona de um senso estético apurado, ela privilegia os vestidos em seu closet e faz a linha “vista o que você gosta” sem radicalismos. Mas deixa algumas dicas para outras fofas, como ela:

— A mulher perdeu a feminilidade. Ficamos de calça jeans o tempo todo. É preciso redescobrir esta mulher feminina, perdida por aí. Equilíbrio vale para tudo na vida, inclusive na hora de se vestir. Adoro combinar uma peça estampada com uma básica, não uso nada colado ao corpo, tenho dezenas de cintos para criar uma silhueta e uso saltos para alongá-la — ensina.

Vaidosa, ela não sai de casa sem a santíssima trindade: rímel, blush e batom. Os cabelos, tão bonitos quanto os de Gisele, ganham hidratações semanais e passam longe do secador e da chapinha quando não necessário. A pele de porcelana é mantida com filtro solar. Sempre!

A autoestima elevada vem de casa. A mãe ensinou aos três filhos — apenas Flúvia não é magra — que eles poderiam ser quem quisessem, a levantarem a cabeça, e o primordial: se amarem.

— Nunca sofri preconceito porque nunca fiquei na mira dele. Sempre me amei como sou, me acho bonita, tive os namorados que quis. É claro que sempre tem uma tia para te dizer “Ah, você é tão bonita de rosto, conheço uma dieta ótima!”. Dou de ombros — afirma ela, que já foi alvo de médicos brasileiros, que lhe ofereceram fórmulas milagrosas e operações radicais.

Famosa no mundo todo, principalmente após ser eleita a modelo plus size do ano nos EUA, Flúvia parece viver um conto de fadas. Alguns sonhos já foram realizados, mas um deles ainda aguarda na primeira fila:

— Queria conhecer a Xuxa! Nossa, quem nunca teve essa vontade? Nunca quis ser paquita, mas sempre quis chegar perto dela.

Flúvia Lacerda para a grife LeClub Martine Samoun

Fontes: Extra e http://www.agenciademodelo.com.br

KELLY MODELS MAGAZINE

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